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	<title>Comentários sobre: NA ARENA&#8230;</title>
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	<description>Discute a atualidade da modalidade no Brasil, e suas implicações a um possível soerguimento técnico.</description>
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		<title>Por: Basquete Brasil</title>
		<link>http://blog.paulomurilo.com/2009/06/14/na-arena/comment-page-1/#comment-1477</link>
		<dc:creator>Basquete Brasil</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 02:41:10 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com você Luiz Felipe, e no artigo de logo mais abordo essa temática. Mudanças já tardias estão sendo proteladas(como preví em artigos anteriores)pela nova direção da CBB, assim como muitos aspectos de organização e gerenciamento terão de ser aprimorados pela LNB. Torçamos para que se faça a luz nesse fosso que já está fundo demais.Obrigado pelo retorno à leitura do blog. Um abraço,
Paulo Murilo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você Luiz Felipe, e no artigo de logo mais abordo essa temática. Mudanças já tardias estão sendo proteladas(como preví em artigos anteriores)pela nova direção da CBB, assim como muitos aspectos de organização e gerenciamento terão de ser aprimorados pela LNB. Torçamos para que se faça a luz nesse fosso que já está fundo demais.Obrigado pelo retorno à leitura do blog. Um abraço,<br />
Paulo Murilo.</p>
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		<title>Por: Luiz Felipe Willcox</title>
		<link>http://blog.paulomurilo.com/2009/06/14/na-arena/comment-page-1/#comment-1472</link>
		<dc:creator>Luiz Felipe Willcox</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 18:28:48 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeito, Paulo Murilo, perfeito. Volto ao teu blog - aliás, é minha primeira visita ao novo blog - boquiaberto com o que vejo pela TV nessas finais do NBB. Felizmente, encontro algum conforto aqui ao ler tua análise do jogo 2, que bem pode ser a mesma do quase findo jogo 3.  Reitero alguns dos pontos por ti levantados:

-os erros de fundamentos, primários até mesmo em categorias de base. Passes, arremessos, andadas... Simplesmente inacreditável.

-os erros táticos e de leitura do jogo dos jogadores. A seleção errada de jogadas e a desobediência a orientações do banco. Um festival de ambos os lados, com os times &quot;gentilmente&quot; devolvendo posses de bola por incompetência flagrante. Nesse ponto, há de se dividir a culpa: os times pouco mostram alternativas táticas ofensivas e defensivas. Hoje, por exemplo, no primeiro tempo, o Brasília até fez uma boa marcação por zona, para voltar com um tradicional e pesado quinteto e entregar a vantagem obtida.

-o comportamento da torcida. É claro que é bom ver um ginásio cheio para um jogo de basquete, mas talvez a NBB precise pensar em encontrar um caminho para não viver à sombra do futebol. Aqui no Rio, os grandes clubes de basquete disputam o campeonato e tradicionalmente há confusões e mau comportamento, quase sempre acerto de contas de estádios de futebol. Pior do que isso é quando os próprios jogadores se deixam contaminar pelo clima e adotam, em quadra, uma postura intimidatória e de catimba. Hoje se percebeu isso com alguns jogadores, particularmente aqueles oriundos do Rio. Acho que o basquete não precisa disso.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito, Paulo Murilo, perfeito. Volto ao teu blog &#8211; aliás, é minha primeira visita ao novo blog &#8211; boquiaberto com o que vejo pela TV nessas finais do NBB. Felizmente, encontro algum conforto aqui ao ler tua análise do jogo 2, que bem pode ser a mesma do quase findo jogo 3.  Reitero alguns dos pontos por ti levantados:</p>
<p>-os erros de fundamentos, primários até mesmo em categorias de base. Passes, arremessos, andadas&#8230; Simplesmente inacreditável.</p>
<p>-os erros táticos e de leitura do jogo dos jogadores. A seleção errada de jogadas e a desobediência a orientações do banco. Um festival de ambos os lados, com os times &#8220;gentilmente&#8221; devolvendo posses de bola por incompetência flagrante. Nesse ponto, há de se dividir a culpa: os times pouco mostram alternativas táticas ofensivas e defensivas. Hoje, por exemplo, no primeiro tempo, o Brasília até fez uma boa marcação por zona, para voltar com um tradicional e pesado quinteto e entregar a vantagem obtida.</p>
<p>-o comportamento da torcida. É claro que é bom ver um ginásio cheio para um jogo de basquete, mas talvez a NBB precise pensar em encontrar um caminho para não viver à sombra do futebol. Aqui no Rio, os grandes clubes de basquete disputam o campeonato e tradicionalmente há confusões e mau comportamento, quase sempre acerto de contas de estádios de futebol. Pior do que isso é quando os próprios jogadores se deixam contaminar pelo clima e adotam, em quadra, uma postura intimidatória e de catimba. Hoje se percebeu isso com alguns jogadores, particularmente aqueles oriundos do Rio. Acho que o basquete não precisa disso.</p>
<p>Abraços!</p>
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