NOSSA REALIDADE…

As semi finais começaram, e para variar, sem novidades, infelizmente. Joinville e Flamengo fizeram uma partida muito fraca, aspecto restritor a maiores e detalhadas análises.

As quatro equipes classificadas, assim como Franca, vêm se utilizando da dupla armação com relativo sucesso, umas por todo o tempo, no caso de Minas e Joinville e da não classificada Franca, e as outras duas, Flamengo e Brasília de forma intermitente. Aponto estas cinco equipes como aquelas que tentam fugir do sistema único de jogo, dinamizando-o e acrescendo maior qualidade técnica nos passes, dribles e posicionamento defensivo. Num universo de quinze equipes ainda é muito pouco.

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MUDANDO AOS POUCOS…

Sempre é bom falar de algo positivo relacionado ao nosso basquetebol, e nesse final de semana tivemos a oportunidade de atestar que esse algo vem num crescendo alentador. Falo de progressos técnico táticos que emergem do cenário estratificado que nos acostumamos a ver nos últimos anos, mais propriamente relacionados a armadores e pivôs.

No sábado com o jogo Joinville e Assis, e no domingo com Flamengo e Brasília, confirmamos que a realidade da dupla armação vai se consolidando, assim como o transito no perímetro interno já vai sendo bem explorado pelas equipes, ao manterem seus homens altos o mais próximos às cestas e em constante movimentação em trocas, bloqueios e eficientes posicionamentos nos rebotes ofensivos.

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VERDADEIROS OU PSEUDO ARMADORES?

E a equipe do Flamengo conseguiu ir a final do Sul-Americano, brilhantemente aliás, vencendo a excelente equipe do Boca Juniors de forma convincente, apesar da enorme dúvida que se estabeleceu, ao retroceder taticamente perante sua ação demolidora de véspera, quando venceu o mesmo adversário por quase 30 pontos de diferença. Isto porque, utilizando-se de dois armadores puros, como o Fred e o Hélio, levou de roldão a forte defesa do Boca, sedimentada pela boa técnica nos dribles e nas fintas dos dois, que inclusive, deram uma enorme contribuição, por conta de sua velocidade e visão periférica, ao ampliar e exeqüibilizar um sistema defensivo eficiente e fora do corriqueiro padrão empregado pelas demais equipes brasileiras, ou seja, a defesa linha da bola, que se empregada em toda a sua potencialidade, principalmente na marcação permanente dos pivôs adversários pela frente, teria atingido sua eficiência máxima. Mas, para uma primeira etapa na utilização da mesma, saíram-se bem os jogadores rubro-negros, que pelo seu esforço e dedicação mereceriam ser instruídos, treinados e incentivados à defesa dos pivôs da forma correta, pela frente.

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