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Caro Professor Paulo Murilo,
apos algumas semans de ausencia,
leio sua coluna e me encanto cada dia mais.
Sobre Nene …. incrivel …
ele manda e os outros ouvem calados.
Como ficarão Guilherme e Alex ?
Como ficarão os outros que serão cortados ?
Como ficará o grupo ? Rachado desde já !??!
O Brasil faz tudo para ser eliminado de mais uma Olimpiada.
Caro Professor Paulo, li suas teses aki, respeito com certeza, acho que sua experiência e serenidade lhe dá esse aval… Mas sinceramente, acho que Nenê está fazendo isso de caso pensado e com apoio de Leandrinho e Varejão!!!
E posso responder o meu amigo Henrique, como ficará Guilherme e Alex??? Bom, se eles forem espertos e inteligentes, treinem e façam sua parte… Pois pra eles, tudo será fácil, pois se perderem não terá sido culpa deles e se ganharem faraão parte de uma equipe salavdora!!!
Os outros cortados, vão tarde… Se não conseguem pegar a vaga dos que ficaram, imagina o quanto jogam!!!
O grupo só racha, se o Alex e o Marcelo Machado se encrencarem, mas duvido que isso ocorra!!!
E aposto, que o Lula cai depois do pré-olímpico, GRAÇAS À DEUS!!! Ou será ao “SÃO NENÊ”!!!
Um abraço Professor!!!
Prezado Henrique,obrigado mais uma vez pelos incentivos.Acredito por crença e formação que toda relação humana deva ser pautada pelo respeito,pela consideração e pela mais profunda honestidade.Numa equipe desportiva são estes os preceitos básicos para a sua existência,vencedora ou não.Some-se a todos estes itens o principio e o sentimento hierárquico, aquele fundamentado na experiencia vivida,no exemplo a ser seguido, na cultura preservada,na educação a ser transmitida e apreendida.Nosso glorificado atleta rompeu com todos estes principios, e os efeitos não tardarão a se manifestar, infelizmente no desfavorecimento de todos.Lastimável. Um abraço,
Paulo Murilo.
Prezado Clovis,se tudo apontado por você representar a realidade dos fatos,correremos um perigo maior do que imaginávamos, pois seremos testemunhas da utilização de uma seleção nacional no favorecimento de um grupo, não importando muito as ações que sejam empregues para conseguí-lo, éticas ou não.No momento que numa seleção representativa de um país,os jogadores exerçam um comando pertencente por direito a um lider técnico,os principios norteadores dessa equipe estarão perdidos para sempre. Vitórias não se alcançam dessa forma, derrotas sim.
Um abraço, Paulo Murilo.
Professor Paulo, concordo quando vc diz:”No momento que numa seleção representativa de um país,os jogadores exerçam um comando pertencente por direito a um lider técnico,os principios norteadores dessa equipe estarão perdidos para sempre.”
O problema é que o Sr Lula Ferreira nunca foi técnico, realmente, da seleção e principalmente, nunca teve o comando da mesma, e sempre utilizou a seleção para favorecer o seu grupo e a si mesmo, ou vc é um dos que acha que Nezinho e a turma do COC teriam que ser jogadores titulares da seleção????
Aí que está a coisa, eu vejo que o Nenê, o Leandrinho e o Varejão querem uma mudança drástica de preparação e organização, e principalmente de mentalidade e concordo em número, gênero e grau com eles!!!
Discordo um pouco da forma como tem sido feita… Mas vendo de longe me parece que é a única forma de abrir os olhos da mídia, dos treinadores brasileiros(que na sua maioria estão ultrapassados), de atletas e principalmente do Sr Grego!!!
Mas prefiro esperar essa semana e o fim do PAN, aí saberemos em que pé está isso TUDO!!!
Obrigado pelo espaço e fico orgulhoso de debater com vc e com meu amigo Henrique!!!
Prezado Clovis,creio que um aspecto da discussão ainda não foi bem esclarecido.O técnico Lula foi e é responsável pela seleção até o momento em que for substituido pelo poder que o empossou,a CBB,cuja diretoria foi sufragada democraticamente,pelo que se supõe,pelas federações
estaduais.Logo
esse é um assunto que foge da alçada de jogadores,jornalistas e publico em geral.Se é o correto até discordo,mas é a lei que assim o determina.Para que tais critérios sejam mudados,urge uma reformulação
urgente,a qual,ai sim,pode ser liderada por representação popular, ou mesmo,por um movimento que faça com que as federações mudem seus votos.Se cada federação for preenchida através sufrágio por verdadeiros e evoluidos desportistas,teremos as modificações ansiadas por todos.Ao contrario,se mantiverem o status quo,todo e qualquer técnico designado terá o embasamento que a lei desportiva aufere.Como vê meu caro Clovis,subverter o que determina a lei não é boa conselheira,ainda mais quando vinda através dos jogadores.Se assim fosse, o que garantiria a seriedade de um comando,de uma liderança.Uma outra forma de lutar pelas mudanças é o que faço no dia a dia desse blog,dessa trincheira,conclamando os técnicos para que se unam e se organizem em associações estaduais,e posteriormente numa associação nacional, para ai sim,impor às federações e à CBB,a determinação de que as seleções estaduais,municipais e nacionais sejam dirigidas por técnicos escolhidos pelos seus pares,respeitando critérios e hierarquias.É assim nos grandes países.Por que não no nosso? Jogador que se insurge contra o comando,é jogador que divide e desune o grupo,pois viola o preceito da unidade,do bem comum,da ética desportiva.É isso ai,meu caro Clovis.Um abraço,Paulo Murilo.
Professor Paulo,
Falando sobre técnico da seleção ser escolhido pelos próprios técnicos e jogadores, com aval dos dirigentes… Quem vc acha que poderia e tem capacidade de comandar uma geração tão talentosa como essa e que ainda não saiu do papel????
E se vc acha que Leandrinho deveria ser aproveitado como SG e que deveriam aproveitar sua velocidade, não limtando seu jogo à condução da bola, e se vc acha que nossa seleção não tem jogada de pivô ou de Ala/pivô????
Um forte abraço!!!
Prezado Clovis,se defendo a escolha de técnicos para dirigirem seleções por um conselho associativo de técnicos,jamais poderia expor minhas preferencias fora de tal esquema.Se temos técnicos capazes e competentes para orientar essa e futuras gerações de talentosos jogadores? Sim,temos,mas em tempo algum e dentro da ótica diretiva atual,jamais seriam sequer lembrados,já que independentes e senhores de suas convicções, antíteses do que rola por aí.Quanto ao Leandro,faço uma pergunta:Desde quando uma dupla de armadores abdica da velocidade em suas ações técnicas e mentais? Se possuidor das duas,nada o impede de ser um bom armador em dupla com um outro que o complete.O fato objetivo de termos três homens altos em constantes deslocamentos dentro do perimetro,por si só estabelece”n”
oportunidades de ações táticas, se interagirem com os armadores atuando fora do perimetro.A ponte entre estes dois segmentos é que qualifica as ações técnico-táticas ao empregarem tal sistema de jogo.
Mas é preciso que ocorra uma grande reviravolta nas concepções atuais da maioria de nossos técnicos, sempre temerosos ao novo,ao não testado,ao de dificil e longo treinamento.Um dia cairão na real,tenho certeza. Um abraço,
Paulo Murilo.