DISSE TUDO…

Gente.
Vamos parar e pensar.
Nós não somos autoridade sanitaria para discutir este gravissimo assunto.
Não se trata de responsabilidade ou irresponsabilidade de Diretor, Presidente,
Treinador, Jogador etc. etc. etc..
Trata-se de uma Pandemia que vem matando pessoas em todo o Mundo e inclusive,
diariamente, no Brasil.
Não podemos a luz das informações da Imprensa julgar os perigos desta competição para
os componentes da delegação e da possibilidade deles trazerem mais doenças para o
nosso País.
Mas as autoridades sanitarias podem, porquanto, teem dados concretos e meios corretos
de avaliação. Assim, o que deve ser feito é: libera-se oficialmente, através do
Ministerio do Esporte (é o reponsável por isto), a ida de uma Equipe Nacional
(qualquer que seja) à Argentina ou não se libera, porque existe risco.
Não pode ter mais conversa.
A FIBA que se lasque, o Torneio que feche ou transfira.
O Brasil que não dispute Copa America, Mundial e o escambau.
Trata-se de segurança nacional, saude de um povo.
Tem que ser tratado por autoridades competentes e capacitadas, ou IN.
Ponto Final.
E como diria meu amigo o grande Professor Paulo Murilo, Amém.
Prof. Heleno Lima

Heleno, assino embaixo.

70 ANOS…

Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Um abraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

Fotos-Equipes Infanto e Juvenil do CR Flamengo-1973-4

Clique nas fotos para ampliá-las.

ECOS DE LISBOA…

Estou em casa, mareado pelas constantes viagens e pelo fuso itinerante e de custosa adaptação. Mas casa é casa, porto e raiz.

Só algo é imutável, continuísta, política, e terrivelmente previsível, nossa vetusta (nos hábitos) CBB.

Leio nos blogs que o novo diretor, agora remunerado, de basquete masculino é um jogador recém aposentado, que afirma categoricamente sua primeira intervenção, a uniformização de conceitos e técnica nas seleções de base, exatamente dentro da linha atual e continuista da administração anterior, somente com uma astuta substituição de palavras, trocando padronização por uniformização, que em miúdos “conceitua” seis por meia dúzia.

E já era de se esperar tal comportamento por parte da nova (?) direção cebebiana, extensa e copiosamente prevista por este blog em inúmeros artigos, agora tornado realidade, numa afirmação de acordo explicito e corporativista.

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70 ANOS…


Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Ubraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

PS- Seleção Carioca Juvenil- 1972  Campeonato Brasileiro Juvenil em B.Horizonte.

Equipe Principal do Olaria AC -1972  A. Técnico no turno e Técnico no returno-Camp.Carioca

FALANDO DE SUCESSO…

Foi uma conferência cujo formalismo de uma aula inaugural transformou-se numa palestra eminentemente técnica, para técnicos jovens e veteranos, dirigentes, representantes oficiais de governo, jornalistas e professores. Vi-me de volta aos cursos que dei por todo o nosso país, anos a fio, repleto de entusiasmo, esperança e absoluta crença num futuro melhor. Em alguns momentos a voz embargou, logo substituída pelo vigor de alguém que acredita firmemente no que transmite, pois resultante de muita luta, experiências validadas no acerto e muitas derrotas, ambas assimiladas e reconhecidas como valores positivos de aprendizagem e conseqüente formulação de conceitos, prontamente divulgados para estudos e estabelecimento de melhores técnicas didático pedagógicas.

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OS PASTÉIS DE BELÉM…

Desembarco em Lisboa vindo de New York, exausto mas feliz em retornar àquela magnífica e hospitaleira cidade. E quem veio me esperar? O José Curado, ex técnico do Benfica e da Seleção Portuguesa, e atual presidente da Confederação das Associações de Treinadores de Portugal, organizadora do Congresso Mundial de Treinadores da Língua Portuguesa, no qual terei a honra de proferir a conferência inicial.

Mal pus os pés no Hotel, e sem mesmo tempo de conhecer o apartamento, eis-me a caminho da mais famosa pastelaria lisboeta ao lado dos Jerônimos, onde sou recepcionado por ele com pasteis de Belém e uma bica(cafezinho) tradicional. Melhor não poderia ter sido.

E lá, naquele reduto mais do que centenário, ficamos a discutir a situação dos técnicos de nossos países, com suas diferenças peculiares e a similitude de comportamentos e ações que nos unem e afastam. Fomos longe nas discussões, concordantes e até discordantes, mas sempre obedecendo uma linha coerente de raciocínio e disposição em ver evoluir o nosso sonho comum, a união de todos sob a égide do conhecimento, da precisão profissional, e da disseminação democrática e estratégica da informação técnica e da bibliografia específica.

Falamos sobre o Congresso, o sucesso junto aos treinadores aqui presentes para os Jogos da Lusofonia, e mesmo de técnicos não participantes dos mesmos, mas profundamente interessados em novas técnicas e idéias que os façam avançar na profissão.

Concordamos no principio da divulgação virtual abrangente do conhecimento, fator que viabiliza o transito da informação onde antes era inadmissível a existência dessa possibilidade, agora aberta pelas novas tecnologias, e como poderemos viabilizá-la para proveito e desenvolvimento de todo aquele interessado a um preço razoável e justo, e muitas vezes gratuito.

E de repente, vimos o tempo se extinguir pelos compromissos inadiáveis, e nos despedimos até mais tarde, quando novas rodadas de pastéis de nata e bicas nos aguardarão dourando as cenas de novas, esperadas e produtivas conversas sobre o tema que amamos, o desporto educativo, competitivo e formador de melhores pessoas, de melhores cabeças, de eternos amigos.

Obrigado amigo Curado pela bela, simples e adorada recepção.

Amém

UMA SUTIL E DESEJADA CAMISA…

Daqui de longe sinto o respingar de um assunto pueril e grave ao mesmo tempo, onde o bom senso e a ética deveriam imperar sem maiores discussões. Uma atleta se negou a voltar a quadra em um jogo de seleção brasileira, não importando se oficial ou amistoso, se numa arena ou quadra de interior, se gostando ou não de quem a dirigia, se aceitando ou não a incumbência delegada, satisfeita ou contrariada, se figurante ou estrela, se bem ou mal paga ou segurada, pois naquele momento estava defendendo o seu país, envergando o objetivo de todo jovem saudável de mente e corpo, vestir a camisa símbolo de uma escolha sacrificada e exclusiva, premio para muito poucos, mas sonhada por todos.

E no momento que ela é negada publicamente, uma força maior é aviltada, humilhada e denegrida, sem desculpas, perdões ou concessões, já que de livre arbítrio, de livre pensar, sem pressões e coerções, por quem atingiu meta de cunho unilateral, por ser única e plena. É a negação de uma tradição que nasce e viceja eternamente, onde a morte não se faz presente jamais. Grandes atletas a vestiram, muitos e muitos já se foram, mas a tradição, intocada e perene subsiste para as gerações que virão no sempre de nossas vidas.

Porque discutir o indiscutível, porque a tentativa de minimizar e até achincalhar sua importância ante uma atitude tomada conscientemente, pois se contrário fosse ela não se permitiria ser vestida por um corpo e uma mente destituídos de ética e amor à pátria até aquele desenlace. Porque duvidar de sua transcendental importância para a formação de nossa juventude tão carente de incentivo e educação? Porque discutir o indiscutível?

Esse é um assunto que à flor da realidade nada teria de especial sob a égide de um princípio de ética desportiva, simples, coerente, definitiva., e não, servindo de escudo para disse me disse politiqueiro, oportunista e aventureiro. Técnicos, dirigentes, jornalistas, jogadores, torcedores, familiares, deveriam ver na exoneração definitiva de um jogador de tornar a vestir a camisa de uma seleção nacional que repudiou, não como uma punição, mas uma tomada de posição do mesmo perante suas obrigações e opções após ser meritoriamente escolhido dentre muitos. Ao negá-la escolheu seu destino de não mais envergá-la, abrindo caminho àqueles que um dia, talvez, a vestirão com o orgulho dos justos e dos ungidos.

Que cessem as discussões e dúvidas, pois muito trabalho está a espera na formação de base, tendo como incentivo maior o orgulho de um dia defender a camisa intocada e pura de seu país. Que assim seja.

Amém.

A MATRIZ…

Entrei relutante, mas precisava atestar todo aquele poderio, que depois de uma maratona entre corredores de artigos, uniformes, vídeos, DVD’s, tênis, bolas, livros e outros mais acessórios úteis e inúteis, me fez cair numa realidade incontestável e indiscutível, a de que, depois de mais de 50 anos militando no basquetebol e no esporte em geral, aquela não era definitivamente a minha praia, pois se trata, e disso jamais duvidei, de um jogo aparentado com o basquetebol, sem o ser de verdade, pelo menos no que diz respeito ao restante do mundo, que o pratica sob normas e regras diametralmente opostas.

E hoje fui à matriz, imponente, devastadora em sua riqueza, com uma multidão em seu interior de fazer inveja à Torre de Babel, tantas as línguas e dialetos que se misturavam naquele templo de consumismo explicito e absolutamente irracional, e tudo isso na emblemática Quinta Avenida.

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PSICOLOGIA NA FORMAÇÃO?

Num ótimo artigo, do Fabio Balassiano, Dor de cabeça, o pedido urgente de psicólogos para atender as seleções de base é feito de forma emergencial, numa cruzada do articulista para ver sanada, segundo ele, um dos aspectos restritivos na preparação das mesmas, nunca atendidas pelos préstimos daqueles profissionais.

É um pormenor que nos dias de hoje, onde em comissões técnicas recheadas de especialistas, viria a somar mais um fator opinativo, e por que não, decisório na formulação e formação de uma equipe de jovens que se iniciam no árduo caminho da competição, muitas, e na maioria das vezes, desobedecendo a maturação individual de cada um de seus componentes.

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