MALDADE OU BURRICE?

Em minhas aulas na FE-UFRJ para os alunos da EEFD que cursavam as materias pedagógicas conosco,sempre reservavamos algumas para a discussão sobre a educação no país.Eram efervescentes,tanto pela juventude da turma,como pelo assunto em sí.Mas sempre provocava o debate com uma afirmação que repeti através os anos-O Brasil é o único país no mundo no qual a educação não tem apoio e cobertura nem pela direita,nem pela esquerda politica.Aquela sempre manteve o povo mal-educado para se manter no poder.Esta,mais mal-educado ainda para usá-lo como massa de manobra para tomar o poder.Recentemente,a esquerda assumiu o poder e tem mantido os principios da direita,exatamente para se manter dominante-O que vemos em materia de educação beira a uma catástrofe de dimensões inimagináveis,culminando na tentativa de extirpar o acesso à universidade pelo mérito,substituindo-o por cotas,que beiram ao crime de lesa-pátria.A verdadeira qualificação dos jovens,que em qualquer país desenvolvido se baseia nos ensino de primeiro e segundo graus,é criminosamente esquecido e desqualificado,inclusive com o acesso às series por simples promoção e não por capacitação.No caso do esporte,que é um fator agregador e de larga utilização sócio-
educacional,e que deveria continuar a ser,como o foi um dia,elemento indissociável no
âmbito escolar,e que junto as artes,a musica,o teatro,complementariam a educação integral do cidadão,como prescreve a constituição,o que vemos nos dias atuais é uma
apropriação indébita por parte de órgãos,inclusive governamentais,ong’s,empresas,e um sem numero de individuos dessa atividade apaixonante e profundamente amada pelos jovens,que quanto mais afastada estiver da área,dos curriculos e da influência da escola,maiores serão seus lucros ante a essa que se transformou em uma das mais rentáveis indústrias desse país,o culto ao corpo.Essa apropriação necessitava de um
embasamento jurídico que a criatalizasse,o que foi conseguido com a criação do CONFEF
e seus CREFS regionais,entidades essas que só se materializaram com a retirada da formação dos professores de Ed.Fisica da área das Ciências Humanas,transferindo-a para a área da Saúde.Um negócio de tal magnitude financeira não poderia ficar perdido
em curriculos escolares,onde so existem gastos,não lucros.Acontece que as grandes nações enfrentaram esses gastos e muitos outros mais para chegarem onde chegaram.Nós,
garantimos com nosso despreparo as hordas de políticos e empresários que ainda se manterão no poder até um futuro devastador.Ante tais argumentações os jovens professores se postavam profundamente temerosos quanto ao futuro,e me questionavam no que poderia ser uma solução,ou uma possibilidade de dias melhores.Dizia a eles que,
fora da escola nada poderia vir em auxilio deste infeliz país.Que lutassem o quanto pudessem para que esse ideal não morresse,e que esta seria a grande missão a ser perseguida.Hoje os vejo transformados em paramédicos,funcionários de ministérios que nada têm a ver com a Ed.Fisica,e muito menos com o desporto educacional,pertencendo
a uma área sujeita a controle de conselhos que visam lucros e que não controlam o que deveriam controlar,seus milhares de”autorizados”em cursos pífios de curtíssima duração realizados e patrocinados pelos mesmos em nosso país.Dias atrás testemunhamos
o dia do esporte e cidadania em 27 cidades brasileiras.Foi uma festa,com divulgação
nacional através a midia,como se fosse o projeto de salvação da juventude brasileira.
Quem dera pudessemos atestar não um dia,mas 365 dias,nos quais,no seio da escola,
jovens,seus pais,amigos e vizinhos,pudessem complementar sua educação sem alardes
promocionais,sem fanfarras e promoções politico-comerciais,mas como uma atividade de cunho básico no dia a dia de um país serio e comprometido com as verdadeiras necessidades deste povo sofrido e esquecido.Duas gerações,somente duas,de escolas bem
orientadas e voltadas efetivamente para o bem comum,seriam suficientes para darmos o impulso inicial na construção de um grande país.O esporte e a Ed.Fisica fariam parte
desse esforço,como agentes colimadores da juventude.O contrário somente avalizaria o
que testemunhamos nos dias de hoje,a maldade e a burrice daqueles que negam tal evidência.

CRÍTICAS CRITICÁVEIS

Numa colher de chá da ESPN,eis que consegui assistir um jogo das oitavas de final da NCAA entre UCLA e Memphis.Pela internet as transmissôes eram entrecortadas e de baixa qualidade,culpa talvez de um PC não tão moderno.Como a ESPN não tinha o som original,
tive de dividir um péssimo jogo com comentários piores ainda,proferidos por aquele técnico-comentarista,ou comentarista-técnico,que adora criticar colegas, principalmente quando sem equipe para dirigir.De saída afirma que a platéia,de aproximadamente 15 mil pessoas estava dividida em 50% para cada equipe,o que seria um absurdo em se tratando de um jogo na California,com uma equipe desse mesmo estado,contra outra do Tennessee,a alguns mil quilômetros de distância.Mais adiante menciona as interferências de defensores e atacantes por sobre o cone imaginário acima do aro,quando na verdade a figura geométrica é o cilindro.Mais adiante suspira saudoso pelos arremessos de tres pontos,pródigos em suas equipes ante defesas inóquas,tão ao nosso gosto, inobservando que a proposta de ambas as equipes americanas era exatamente evitarem os arremessos de tres,através defesas rígidas e agressivas.Mais adiante profere loas aos sistemas defensivos que não se permitem agarrar os adversários,como,segundo seu relato é norma entre nos,mas esquecendo o desenfreado corpo a corpo,que nas regras internacionais mandariam a maioria daqueles defensores para o banco com as 5 faltas regulamentares,sendo este fator o maior empecilho técnico das seleções americanas nos campeonatos internacionais.Ficamos também informados,por diversas vezes,que se tratava de um campeonato da NCWA,quando era da NCAA.Foi uma transmissão horrível dentro e fora da quadra,onde a desinformação raiou ao ridículo.Mas algo foi ressaltado,principalmente para àqueles técnicos ávidos em conhecimentos,que descontados à péssima transmissão,poderam aquilatar como um modelo de sistema de jogo,emanado pela influência da NBA,transforma uma tradição de grandes conquistas e novos modelos,em um pastiche do outrora brilhante e inovador basquete universitario.Teremos no próximo sábado o Final Four,com todas as equipes repetindo-se umas as outras,onde a vencedora será aquela que em uma ou duas posições determinadas pelo modelo NBA,apresentarem os melhores e mais técnicos jogadores.É uma verdade que não podem ainda negar,a de que mesmo engessados por um sistema totalmente voltado aos interesses da liga maior,ainda será o talento de alguns poucos o fator determinante para a vitoria.Quanto ao comentário do ilustre técnico-comentarista,ou comentarista-técnico,de que alguns sites na internet só sabem criticar,num”momento em que tudo está mal para o basquete”,e anuncia um outro onde “jovens bem informam o publico”,somente um reparo-Criticar e informar com objetividade e bons argumentos é fator primordial para o estabelecimento de discussões,objetivando o soerguimento do nosso basquetebol,e não promovendo o dos outros,como o site que propagandeou.No mais, vida que segue, e para que aprendamos mais o que se faz de certo e errado nos “states” a ESPN promete transmitir o Final Four,o que nos dá uma excelente oportunidade de reflexão acerca do que vai pelo mundo da bola nem sempre laranja.

LÁ COMO CÁ…

Depois de uma luta intensa,estafante e até certo ponto insana,eis que conseguí acessar as transmissões do Marchmadness da NCAA no PC aqui de casa.Para quem quiser tentar, depois de se inscrever no modo VIP no site da NCAA(www.NCAA.com)regule na janela”opções” o modo cabo 340mps,e o buffer em 60 segundos.Não terá uma transmissão perfeita mas poderá acompanhar trechos das partidas um tanto fracionadas quanto à imagem,mas em tempo real quanto ao som.Deu,até agora,para acompanhar umas partidas interessantes,e inclusive conhecer o nosso J.Batista da Universidade Gonzaga,que já conquistou duas vitorias,e está classificada entre as dezesseis para as oitavas de final.Sistema de jogo comum a TODAS as universidades que vi atuar?Um premio a quem acertar!Isso batuta,o indefectível Passing Game, modelo NBA!Depois vêm reclamar que não vencem nada a nivel internacional.Mas está lá,como cá,para quem acredita ou não,a praga que se instalou na mente obtusa de todas aquelas comissões,desculpem,batalhões de técnicos enfatiotados em torno de grupos engessados de até bons jogadores,alguns realmente ótimos,mas prisioneiros de uma,vamos assim dizer,globalização de um sistema de jogo simplesmente absurdo,em sua proposta de controle extra-quadra dos já mencionados batalhões,e com 35 segundos de posse de bola.E assim como cá,um festival
de arremessos de três pontos(lá é mais perto),com um percentual de erros bem razoável
mas sempre efetuados por determinados jogadores,e nunca pelos pivôs,como cá.Ainda
respeitam os especialistas,nunca os aventureiros.A estes somente as penetrações,não
como cá.Amanhã tem mais,com melhores jogadores,mas na mesmice técnico-tática,todos
agindo como se emanassem de um ser supremo os caminhos a serem seguidos.O que salva
um pouco o espetáculo é a posse de bola de 35 segundos, que afasta os arremessos
desesperados pela premencia de tempo,o oposto de cá.Agora mesmo é iniciada a preparação de nossos juvenis para a Copa America,lá nos Estados Unidos,sob o comando
de um dos membros da comissão da seleção principal,aquela que pensa,raciocina e age
sob um lema comum,no qual todos tem as mesmas prerrogativas.Só que esse foi introduzido na turma por dominar tecnicas audiovisuais utilizadas nos treinamentos da seleção principal.Como premio pelas belas imagens, e por professar os mesmos principios técnicos dos demais,fica com a incumbência de engessar a turma juvenil para que se prepare para não só disputar a Copa,como conquistar o título.Mudanças,ou adaptações de acordo com as características dos convocados? Nem pensar,pois num quantitativo de 26 convocados somente 6 são armadores, alas são 12 e 8 pivôs,o que define o sistema a ser continuado.Se a convocação comportasse 8 armadores, já se poderia vislumbrsr alguma mudança no sistema,como por exemplo, atuar com dois armadores verdadeiros, mas com 6, salta aos olhos que somente 3 irão,e somente um atuará de cada vez,e 2 no desespero de finais de jogos.E pasmem,mais 3 tecnicos para a comissão,que somados aos 4 da principal já são 7,todos unidos pelo mesmo ideário do Passing Game.Aliás,alguns deles estão pelo país dando clinicas sobre o assunto,e o que me assusta é que em seus curriculos de apresentação se assinam-“Fulano de tal,
CREF nº/estado”.Ou seja,dá-se aos cref’s a chancela dos técnicos brasileiros,como se
entendessem algo de basquetebol.Fico imaginando o que poderão fazer se emplacarem as duas metas prioritárias que se propõem no país.Uma de elegerem o máximo de vereadores
e deputados,estaduais e federais,para formarem bancadas que protejam seus interesses.
Outra,que oficializem junto aos poderes publicos o exame de suficiência para os egressos das Licenciaturas e bacharelatos das Escolas de Educação Fisica,
fundamentados na larga experiência que têm em distribuirem às centenas titulos de suficiência a pseudo-professores e instrutores nesse imenso país,através cursos de alguns meses,e de baixissima qualidade,com a justificativa de autorizarem leigos para a função educativa.Mas essa é outra história,tão tenebrosa quanto a que domina o cenário técnico de nosso basquetebol.Enfim,enquanto lá e cá,cerebros luminares mergulham num mar de mediocridade jamais visto,em função dos interesses maiores da liga que se materializa mundo afora,europeus,asiáticos e alguns desgarrados,vide a Argentina,mergulham de cabeça em sistemas soltos e criativos,dando severas lições àqueles que se consideram superiores,assim como a seus seguidores,incluso nos mesmos.
Hoje mesmo,em um mundial que promoveram para vencer e demonstrar sua superioridade perante o mundo,o de basebol,cairam os americanos na fase classificatoria,e verão amanhã uma decisão entre uma equipe asiática e Cuba,dentro de seu quintal,sem dó nem piedade.São mitos que se apagam,mas que,como mitos,muito custarão a ser esquecidos,e
por muito tempo ainda influenciarão mentes prontas à colonização,e suscetíveis aos prazeres dolarificados,como muitos de nos.Educação é algo de muito sério,e o dia que formos convenientemente educados seremos tão ou mais sérios do que eles.Até lá…

A REDENÇÃO…

Finalmente seremos resgatados!Nosso sempre presente prefeito(exceto no Natal e Carnaval,festas inexpressivas…),o grego melhor que um presente,e,pásmem,David Stern, se unem para,enfim,nos colocar no cenário mundial do basquetebol! Em 2008 seremos abonados com uma partida de exibição pré-temporada com duas equipes da NBA,para em 2010,o êxtase dos êxtases,poderemos apreciar uma partida oficial da grande liga.Até lá,contentemo-nos com nossos míseros campeonatos,com as noticias de nossos craques nos campeonatos lá de fora e com as apresentações do helênico-brasileiro Adonis,na expectativa transcedental de sabermos,ou adivinharmos qual o país, Grecia ou o nosso,contará com os serviços deste formidável adolescente,que pelo peso de seu marketing,deve beirar a genialidade.Até lá,aprimoraremos o passing game,pois não poderemos ficar abaixo do que apreciaremos embasbacados naquelas datas mágicas.Criticos,colunistas e marqueteiros,bem forrados com o patrocinio “enebeano”,ficarão desde já insones,pela conquista maior,pois os deuses jogarão aqui,com todo o amor que sentem por esse tôlo e infantil país.Até lá,constataremos que nada deverá ser implementado de novo em técnica,e em técnicos,pois a revolução que nos tirará do limbo só demorará miseros dois anos,que no raciocínio dessa gente não significa nada.Para quem,como nos,que sistematicamente
omitimos o passado,como que envergonhados do mesmo,soaria estranho recepcionarmos os
artistas inigualáveis que nos visitarão com a lembrança,humilde aliás,de que estarão
pisando o solo de um bi-campeão mundial e três vezes finalista olímpico,mas que só daquele momento em diante passaremos a contar no cenário internacional.Afinal,jogarão
em nossa ex-capital,Buenos Aires,tendo ao fundo um melodioso tango.O máximo será quando agradecermos tão magnânima presença com um profundo e sentido”gracias amigos”!
Hoje mesmo,durante um jogo da liga sul-americana,o nosso grego presidente,desfiou toda uma agenda de atividades das seleções pré-mundialistas e de jovens para esse ano
onde mencionou,literalmente,que poriamos mais uma estrela,a terceira,no escudo da CBB
no mundial do Japão,e que todos,repito,todos os jogadores que atuam na Europa e na NBA estariam certos em suas participações,com seguros vultosos garantidos pela estatal patrocinadora.Ou seja,jogou toda a responsabilidade de possiveis ausências nas costas dos jogadores,já que,segundo suas palavras,as condições técnicas e econômicas estavam garantidas desde já.Econômicas,tenho muitas dúvidas,mas técnicas?
Santos deuses,será que ele,que inclusive foi jogador,acredita sinceramente em tais afirmativas? Sinto muito medo pelo que nos espera,e torço para errar retumbantemente
em minhas desconfianças,pois uma entidade que aposta suas fichas na possibilidade de que, dois jogos para daqui a dois anos representarão uma conquista fundamental para o
nosso combalido basquete,gela minhas veias.Reunir técnicos,o máximo que pudessem,
fazê-los relatarem e verem divulgadas suas experiências regionais;destinarem verbas
para a implementação de polos técnicos visando os jovens,preparando-os nos fundamentos,e não em sistemas escravizantes e bitolados,cortando desde sempre as influências de cima para baixo que uma comissão técnica ousa em querer implantar no país como verdade absoluta;implantar um sistema estatístico que privilegiasse as produções individuais e coletivas pelos coeficientes de produção,e não pelo simplista e manipulável sistema percentual;desenvolver na medida dos possíveis as atividades
no âmbito escolar,protegendo e resguardando os jovens das ruas;incentivar o estudo.
São todo um corolário antítese do projeto NBA.Mais ai não aconteceria a nossa tão
esperada,ansiada e definitiva redenção.Que os deuses nos ajudem,e contritamente,amén.

NBA RIDES AGAIN…

Na última semana tivemos NBA de página inteira,NBA de meia página,últimas,trepidantes e profundas análises sobre a convocação da seleção americana para o mundial que se aproxima,e também previsões abalizadas sobre cada um dos convocados,suas habilidades,seus defeitos,e até uma previsão de qual seria o quinteto ideal para ser mandado à quadra com reais chances de sucesso.E tudo isso escrito e divulgado por(americanos?no,no,no…)brasileiros!Se fosse eu o técnico americano sugeriria à AAU o envio urgente do plantel para o Brasil,pediria uma vaga de 4º assistente,e agradeceria aos deuses por tamanha oportunidade de aprender,tal o detalhamento das análises,onde até o gato Lebron James(se ele tem 21 anos, Matusalém sequer nasceu…)seria barrado por um jogador que teria a responsabilidade pelo trabalho sujo na quadra,ou seja,aquele que aniquilaria o melhor jogador adversário,limpando a barra para as vitórias que se seguiriam. Ah!nome da fera humana?Bruce Bowen.Pois é,fiquei eu lá,por um longo tempo lendo as análises,que nem meus mais de 40 anos de experiência,puderam assimilar,ou mesmo entender,tanta presunção no quintal do vizinho.E ainda me via perplexo,pois nunca tinha testemunhado tanta precisão(?)de comentários quanto a equipes nacionais,quando,mais do que de repente,cai na real de
que o inteligente técnico americano poderia ter acertado na mosca com sua tão criticada e exaustivamente analisada convocação.A única ressalva seria exatamente o
cara do trabalho sujo,que trocado em miúdos,seria aquele jogador altamente especializado em defesa individual,do tipo carrapato,conforme descrição do analista
em questão.Esse, o técnico,se for coerente,deverá cortar,pois se aplicar suas habilidades em um torneio da FIBA,como o faz na NBA,não dura um quarto em número de
faltas,que são 5,e não 6 como na mesma.Esse sempre foi o fator restritivo aos grandes
e massudos pivôs americanos,que se penduravam rapidamente nos torneios FIBA.Pela
análise,somente um pivô de choque foi convocado,e mais uma vez,se coerente for,o técnico americano o afastará da seleção final.E sabe o preclaro colunista o porque de tal convocação,de apelo à juventude,e com o projeto de mantê-los juntos por pelo menos 3 anos? Isso!acertou também na mosca!Ou não?Raciocinemos juntos.Ou os americanos aprendem a jogar eficientemente dentro dos rigores das regras internacionais,ou não vencerão mais nada no futuro,pois nenhuma daquelas grandes e vitaminadas personalidades abdicarão de se manterem sempre”em forma”,para abiscoitarem os milhões de dólares em jogo,arriscando perdê-los em torneios patrióticos,com,imaginem o absurdo,rígidos controles de anti-dopagens e
remunerações ridículas.O nosso Nenê está nessa,opinião do articulista.Podemos então
concluir que o técnico americano acerta quando constitui uma seleção de longo prazo,
sem os vícios de marqueting e de preparação pré-temporadas das grandes estrelas,e com um prazo de 3 anos para encarar Pequim com grandes e oportunas chances.Não seria nenhuma surpresa se muitos,ou todos os doze finalistas,viessem a jogar na Europa,para enraizarem o espirito das regras e de um tipo de jogo que não praticam na NBA.O futuro dirá.Mas,e o grande Kobe Bryant,não é uma grande estrela? Não esqueçam que aprendeu a jogar na Alemanha,onde nasceu,e seu ídolo desde sempre foi o grande Oscar em sua fase européia,sendo,inclusive,como o Steve Nash,um grande admirador do soccer,e a maneira de ambos,que são armadores,jogar,tem tudo de perfeitamente alinhado às exigências das regras da FIBA,além de serem,junto com o Iverson,jogadores diferenciados dos maniqueísmos de seus pares na NBA.Se realmente forem essas as propostas americanas para as futuras competições internacionais,terão todos que realmente se preocuparem,pois,com a escola de fundamentos que possuem,aliadas a uma adaptabilidade às regras e aos sistemas das escolas internacionais,tudo têm a lucrar a médio e longo prazo.E em se tratando de planejamento,os caras são feras,sem jogar sujo.Finalmente,sugiro,não só ao colunista especializado em NBA,mas a todos os que entendem,ou pensam entender o jogo,que destinem,daqui por diante,algumas linhas de análise,ou de critica,ou mesmo de incentivo realista,às nossas seleções,que muito se beneficiariam se fossem levadas em consideração por todos.

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