SINUNDER…

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– Um jogador americano atuando aqui na terra tupiniquim, postou em seu facebook o texto abaixo, claro, logo desmentido pelo técnico que supostamente o agrediu, o que não duvido nada, pois seu histórico no trato com jogadores o torna bem capaz de ações deste tipo, numa lamentável rotina de maus tratos e desrespeito aos mesmos. Mas é um técnico da LNB, logo, imputável…

 

Taaj Ridley em Ginasio Sorocaba Lsb.

21 de novembro às 11:00 · Sorocaba · Editado ·

Good Morning,

To the many individuals who have been asking me what is the reason for my departure from LSB; there are many reasons but I will sum it up to keep things short. It started 3 months ago during the Mogi game in Sorocaba when the coach hit me in the face with a computer speaker because I told him I did not understand what he was saying in Portuguese. After this incident I did not react, I calmly removed my uniform and walked to my house. My time here playing for LSB has been up and down due to the coach but my teammates have always helped me remain positive and helped me keep my head high. Another incident occurred when the coach was upset that I wore a bandana to practice, which I wear on a daily basis, and threatened to shoot me and have a person invade my home at night while I was sleep. The final incident occurred yesterday during the game versus Macae; the coach was upset about me slapping his hand hard after team announcements so he proceeded to slap me in my chest, which I took like a man, then when he noticed it did not phase me, he slapped me in my face in front of my team and fans of LSB. All of this on top of not being paid for the past 2 months. I have been disrespected many and many times by this man but I have always kept a good spirit and remained positive. I have always remained a great teammate. It brings me to tears every time I think of my 3 year old brother watching the game yesterday, waving at the computer screen, and me not playing one minute when I know I worked hard and deserved to play.

Once again I would like to thank the city of Sorocaba and the fans of LSB, you are all tremendous people. I would like to thank my teammates, my brothers, you guys deserve the best and I wish you the best throughout the rest of the season.

When you come to another country to give your heart and effort for a game you love, you should not be harmed physically by an individual who is suppose to protect you.

Thank you friends and family. I love you all

 

– Crise na CBB (mais uma?), com matérias midiáticas sobre os gastos do seu presidente e esposa pela Europa, mas nada, absolutamente nada do que me cansei de publicar quando de sua eleição avalizada pelos responsáveis por tudo o que vem a baila agora, aqueles presidentes de federações que o elegeram, todos, absolutamente todos que, ávidos também pelas boquinhas inerentes a seus “cargos de sacrifício”. num moto contínuo, que continuará a sê-lo até o momento que tenhamos vergonha na cara para exigirmos as mudanças legais para evitar tanto descalabro e roubalheira, onde a incompetência técnica soa menor perante os acintes políticos econômicos que vigoram desde sempre,,,

 

– NBA se associa (?) ao portal do Sportv para divulgar sua marca com mais sofreguidão do que vinha se comportando até agora. Claro que a turma da casa se sente no Éden com a subida de padrão, pois aqueles jogos madorrentos e medíocres do NBB (só transmitiram unzinho até agora…), sendo substituídos pelos da matriz, sem dúvida nenhuma, para essa turma, se torna algo sedutor, afinal de contas, lidar com milhões é outra coisa. Pena que não transmitam em inglês, para ser completo o serviço…

Não seria a hora da LNB dar um chute na bunda dessa empresa a serviço de um jogo que nada tem a ver conosco, e que nem as regras da FIBA aceitam? Por que não tentar um canal aberto, por menor que seja, a fim de tentar um soerguimento sólido e nacional do grande jogo entre nós, por que não Ou os dólares falam mais alto?…

 

– Finalmente a refrega da LFB contra a CBB, o que custou tempo em demasia para ser deflagrada, reivindicando o controle técnico das seleções nacionais, o que concordo plenamente, com uma ressalva, a de que invistam em preparo fundamental das jogadoras, todas elas, da base às seleções, sendo entregues a técnicos e professores que realmente conheçam e dominem o grande jogo, e não “estrategistas” de ocasião com suas pranchetas de araque e a arrogância que os caracterizam desde sempre. Para 2016, uma seleção fortemente embasada nos fundamentos do jogo, em tudo, e por tudo, superariam “estratégias fajutas” de quem somente pensa e age em função de currículo, aquele que aufere vultosos contratos, principalmente na CBB…

 

– Paulo, e a LDB, nada?  Nada, já que servindo de escada para jogadores que já pertencem as equipes do NBB, que claro, auferem um longo campeonato financiado totalmente por dinheiro público, que deveria ser revertido no preparo daqueles jogadores que labutam para subir de patamar, mais que patinam à sombra das “estrelas”, além de se submeterem, agora em escalada semi final à carreira, às mesmices de sempre, onde chifres, punhos, picks e as demais jogadas do sistema único, os lançam no lugar comum formatado e padronizado que os caracterizam, ontem, hoje, e num infindável amanhã. Tenho muita pena de todos eles, que atingem a média de 25 erros de fundamentos a cada partida de suas equipes que disputam o torneio. Mas tudo bem, a grana governamental patrocina o de sempre, infelizmente…

– Mas o título do artigo Paulo, Sinunder? É que a mesmice técnico tática é tão presente e exasperante, que até nos tempos pedidos (e me torço de rir com eles…), os estrategistas empurram tanta sapiência e gráficos ininteligíveis sempre com uma, ou várias ressalvas entre uma e outra “tática”, na figura do sinunder, faz a outra, e sinunder voltem a anterior, e sinunder, sinund, sinu, sin…benza meus deuses…

Amém.

 

76…

P1030972-003Ontem foi meu aniversário, que incrivelmente ainda comemoro, claro, com muito menos empenho social, porém o suficiente para um singelo e recôndito almoço com minha filha, sem a presença física de seus dois irmãos, ambos no exterior, mas bem próximos através a tecnologia do skype, para minha, também singela, felicidade…

Lá se vão setenta e seis anos, seis, compulsoriamente afastado da quadra, mas sempre presente fora dela, me mantendo atualizado, até um pouco demais, no dia a dia desse humilde blog, que me obriga prazeirosamente ao estudo, na busca incessante dos sistemas ideais, mesmo que impossibilitado de os verem na prática…

Porém os tenho visto, aos poucos, homeopaticamente, em algumas equipes da elite (?), na dupla armação, na substituição dos cincões por jogadores mais ágeis, rápidos, flexíveis, atuando dentro e fora do perímetro, melhorando seus fundamentos, com melhor leitura de jogo, mesmo que ainda bastante travados taticamente por técnicos travestidos de estrategistas, encordoando a todos a manoplas como marionetes descerebrados…

E por conta desse comportamento, temos assistido algumas pérolas de como não dirigir e liderar equipes, numa avidez de demonstrar sapiências de que não são absolutamente possuidores, pois imberbes, apesar de arrogantes, nas minúcias e entranhas do grande jogo, alguns recentemente promovidos e já deitando cátedra, de uma forma que aqueles conhecedores de verdade jamais o fizeram, jamais…

Nas duas últimas semanas assisti alguns jogos do NBB, da LSB e um da NBA, que me fez dormir, tendo desligado a TV na manhã seguinte ao acordar. Estranhamente nenhum deles teve méritos de me remeter ao teclado para alguns, mesmo poucos comentários, a não ser um do São José, que perdeu para o Caxias embaixo de uma enxurrada de piruadas de jogadores lesionados, dentro e fora do banco, dirigido por um assistente de um dos técnicos estreantes, ausente no jogo. Desde a muito descrevo esse tipo de jogador que agindo dessa forma, se prepara para daqui a um pouco empunhar uma prancheta, afinal, sua enorme experiência jogando, parece o qualificar para a direção, tática de preferência, quando alguns outros valores de menor monta, ou mesmo insignificantes, como conhecimento amplo teórico da modalidade, seus fundamentos estudados ao máximo, sua estrutura organizacional, grupal, mental e comportamental, fosse de somenos importância perante sua transcendental vivência como jogador, mais ainda se galardoado e apoiado pela mídia especializada, que o qualifica como mito, ícone, logo, pronto para dar seguimento a seus conhecimentos, pronto para o comando…

Num ledo e constrangedor erro conceitual, estrutural, profissional dos grandes, porém dissimulado pela mesmice imperativa que os cercam e protegem, cerceando o desenvolvimento do grande jogo, ávido e carente de criatividade, ousadia e, acima de tudo, conhecimento básico e necessário para inovar, para romper a mediocridade institucional que ai está, correndo célere para o desastre iminente, que está logo ali em uma das esquinas de 2016…

Mas como, mesmo na presença iminente de grandes desastres, algo tênue e fugaz às vezes aparece, se consultarmos as estatísticas do NBB 8, vemos um decréscimo bastante evidente na “chutação de três”, com jogos cada vez mais decididos “lá dentro”, de 2 em 2, de 1 em 1, como deve ser ante a precisão maior na curta e media distâncias, otimizando as extenuantes e difíceis movimentações de ataque, reservando às bolinhas de três seu verdadeiro significado, como um arremesso recursal, executado por especialista, nas condições de passes de dentro para fora do perímetro, e não se constituindo o sistema básico de uma equipe, seja de que nível for, da base a elite…

Pretendo daqui para diante me fixar em análises de alguma partida que revele algo mais do que a mesmice institucionalizada que nos oprime e envergonha, assim como me planejo para retornar em grande aos artigos técnicos, dos fundamentos individuais e coletivos, até os sistemas ofensivos e defensivos, que afinal de contas sempre foi a função maior e estratégica deste humilde blog, um dos responsáveis (talvez o maior…) pelo meu afastamento das quadras, ao me negar a abjurá-lo em função das enormes resistências ao mesmo, por sua independência e democrática luta, e me indispondo indignadamente a participar do corporativismo vigente, originando covardes contra partidas,  que insulta e humilha o grande, grandíssimo jogo entre nós, tão premente a novas ideias, mesmo partindo de veteranos técnicos e professores, aos quais muito me honra pertencer em suas companhias desde sempre.

Amém.

Foto – Eu e minha filha Andrea.

 

SEIS POR MEIA DÚZIA…

 

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Que tal as inovações Paulo, te agradaram, são realmente promissoras?

Você só pode estar de brincadeira, ou não? Quando o técnico estreante declara que sua equipe foi excepcional com somente 10 dias de treinos para adquirir sua “filosofia” de jogo, e a mesma apresenta ao final uma convergência assustadora, arremessando 10/31 de três pontos e 16/28 de dois, em tudo e por tudo dando continuidade a “filosofia” de seu antecessor, pode-se conceituar de tudo, menos que algo tenha mudado de verdade, a ponto do comentarista da TV afirmar que se fosse o técnico de Bauru não tiraria essa característica dos jogadores da equipe, e focaria na defesa, para vencer os jogos…

Legal tal testemunho, não? Somente esquece que alguém neste vasto deserto de ideias e concepções de jogo, pode ter a iniciativa de fazer sua equipe defender de verdade, dentro e fora do perímetro, como os americanos o fizeram nas duas partidas de sua pré temporada contra os paulistas. Logo, incidir na premissa de que esse é o caminho do grande jogo entre nós, cheira, e muito mal, a uma tentativa mal ajambrada de tornar o reinado das bolinhas a nossa nova “filosofia” de jogo com vistas a 2016, o que seria realmente trágico, indesculpável, imperdoável…

Mas caro Paulo, está ai o Steph Curry fazendo história com sua forma de jogar, pontuando e pulverizando recordes “com um sorriso nos lábios”, derretendo suas pitonisas midiáticas tupiniquins, ao ponto de preconizarem uma nova era do basquetebol, que nunca mais será o mesmo depois dele. Meus deuses, falaram o mesmo quando do aparecimento do George Mikan, do Wilt Chamberlain, do grande Jordan, e o basquete continua sua saga solidamente escudado nos fundamentos do jogo, onde o arremesso é a cereja do bolo dos mesmos, que de quando em vez faz nascer um talento em seu quase pleno domínio, como o Oscar, o Riva, o Bird, e agora o franzino Curry , que mais cedo ou mais tarde deverá ser marcado, e que mais adiante será substituído por um mais talentoso, pois no final das contas, a evolução do grande jogo depende exatamente disso, o revezamento dos talentos através as décadas de sua gloriosa existência…

Steph Curry, domina com quase perfeição um dos aspectos mais sensíveis do arremesso, principalmente os de longa distância, que inclusive foi o ponto crucial de minha tese de doutorado defendida em 1992 (Estudo sobre um Efetivo Controle da  Direção do Lançamento com uma das Mãos no Basquetebol, na FMH/UTL), onde fica bem claro os rígidos limites nos desvios dos mesmos, somente dominados por uma ínfima parcela daqueles jogadores (as) que o praticam, e cuja precisão vai muito além do “treinamento voluntário”, como define Marcel de Souza, pois determinados parâmetros de pegas e empunhaduras definem os verdadeiros padrões de excelência direcional necessária ao sucesso das tentativas, e que mais apuradas se tornam sob assédio defensivo e variações de corridas, partidas e paradas exercidas pelo jogador em uma dura partida…

Curry é um desses talentos, dentro de uma modalidade que renasce e se recria por todo o tempo, em torno de suas bases e estruturas, em torno dos fundamentos do grande jogo, o que é algo monumental…

Desculpem, voltando ao jogo, o que saltou aos olhos foi a manutenção da mesmice técnico tática que permanece intacta e pétrea, com armadores nominados e muito bem pagos errando passes bisonhos, desarmando em vez de armando, confusos e perdidos num jogo com 15/49 arremessos de três, numa partida recheada de bons pivôs, esquecidos pelos paulistas e mal servidos pelos cariocas, ambos perpetrando 26 erros de fundamentos, quando bastou uma das equipes marcar um pouquinho melhor, para vencer um jogo insosso e repetitivo…

Sistemas novos, nem pensar, mas sim novos jogadores 1, 2, 3, 4 e 5 substituindo os 1, 2, 3, 4 e 5 que saíram, como se as simples trocas auferissem novos conceitos de jogo, numa ciranda de pseudo especializações que se repetem a cada ano, e já estamos no oitavo, véspera de uma olimpíada caseira, que nos ameaça com uma extrema vergonha, se não apresentarmos uma nova concepção de jogo, mas em hipótese alguma sequer parecida com a que ai está, soberana e autofágica, ainda mais quando nossos jovens sedimentam no exemplo do Curry a sua forma de ver e sentir o jogo, o que exigirá uma competente orientação dos professores e técnicos na direção correta e sensata dos fundamentos individuais e coletivos, sem os quais sistemas de jogo se tornam inócuos…

Enfim, toda a minha ansiedade exposta no artigo anterior se perdeu ante a realidade do que assisti, um verdadeiro seis por meia duzia do NBB anterior, e que temo ter continuidade, alimentado pelo corporativismo que se apossou do grande jogo em nosso país, solene, absurdo, injusto, e acima de tudo, cruel…

Amém.

Fotos – Reproduções da TV. Clique nas mesmas para ampliá-las e acessar as legendas.

 

INCONTROLÁVEL ANSIEDADE…

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Faltam poucas horas para o início do NBB8, e estou ansioso pelas novidades, aquelas que nos meus 76 anos de vida (daqui a poucos dias…) não tive chances de testemunhar, pelo menos nesses tempos de “basquete moderno”, tão enunciado e divulgado pela mídia altamente especializada, como a nossa tupiniquim…

Sentar-me-ei daqui a pouco, com pipocas, ou não, na frente de minha velha 29 pol, já que a modernosa 40 LED jaz inerme pelas obras aqui em casa, para, deslumbradamente assistir a nossa retomada ao cume do grande jogo…

Claro, sei que assistirei, não só neste jogo inaugural, com as equipes mais ranqueadas da liga, como nas demais que se sucederão, o verdadeiro Novo Basquete Brasil, recheado de inovações técnico táticas, com os atletas tinindo nos fundamentos do jogo, apresentando sistemas ofensivos e defensivos de ponta por seus renomados estrategistas, na época mais do que certa, quando nos umbrais do ano olímpico que se aproxima célere de todos nós, que enlevados testemunharemos em estéreo, HD e deslumbrantes cores, ao fim do sistema único, responsável por duas importantes situações, a de nos ter lançado no esgoto cruel e criminoso da mesmice institucionalizada, liderada por um corporativismo mafioso, e a agora radiante realidade dos novos tempos, onde a prancheta retornará ao que foi destinada desde sempre, a taboa de anotações, e não musa inspiradora de garranchos e rabiscos ininteligíveis de coisíssima alguma, cedendo sua majestosa presença a verdadeiros e prestimosos diálogos entre técnicos e jogadores, olhos nos olhos, com precisão, justiça, educação e, acima de tudo, consideração de parte a parte…

E mais, muito mais, quando assistiremos técnicos contidos e focados em suas equipes, nas equipes adversárias, procurando encontrar detalhes que poderão, ou não, ajudar a turma que se esvai na quadra, na busca de bons resultados coletivos, e não bailando grotesca e ameaçadoramente ao lado das quadras, numa exibição pífia e ridícula para sua figura de líder (?), somada à beligerância proposital e planejada contra árbitros e demais componentes técnicos dos jogos, e mesmo com seus próprios comandados…

Mas, acima de qualquer julgamento, testemunharemos o renascer de um basquetebol pré agônico, insultado pelo mesquinho Q.I., pois afinal de contas novos e arejados técnicos terão vez, e para os quais chifres, punhos, camisas, hi low’s, picks, nada representarão quando utentes da dupla armação, do jogo intenso, criativo, corajoso,interior e de frente para a cesta dos bons homens altos que possuímos, todos prestimosa, coerente e competentemente preparados nos fundamentos individuais e coletivos, e não nos rachões de praxe, como de antanho…

E para coroar tanta novidade, teremos a honra de assistir árbitros não microfonados, discretos, porém atentos e cônscios de sua maior contribuição para o grande jogo, a aplicação justa e precisa das regras do jogo, simples assim…

Enfim, como nem tudo possa parecer perfeito, ainda teremos análises e comentários despropositados e voltados a uma pretensa publicidade positiva da modalidade, onde a maior conquista, a “monstra conquista” seria o relato jornalístico e direto do que realmente se passa na quadra, e não na sua concepção do que seria uma verdadeira, limpa, justa e brilhante partida do grande jogo, o grandíssimo jogo…

Amém.

Foto – Reprodução da TV. Clique na mesma para ampliá-la.

 

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