MUDANÇA IMPORTANTE NA I OFICINA…

Por motivos extraordinários a I Oficina de Aprimoramento do Ensino de Basquetebol não mais será realizada nas dependências da UERJ.

Todos aqueles interessados na mesma contatem a direção do evento pelo email oficinabasquetebrasil@gmail.com ou pelos telefones 21 2440-1082 ou celular 21 9913-9969 para maiores esclarecimentos sobre o novo local em que ela se realizará.

Obrigado a todos, Paulo Murilo.

WEEK MADNESSS…

Que semana pessoal, muito basquete, muito trabalho no preparo da Oficina, e acima de tudo, uma crença inabalável no futuro do grande jogo.

Pode parecer incoerente acreditar firmemente no nosso soerguimento, frente à realidade técnico tática em que nos encontramos, surpreendentemente igual à maioria das equipes da NCAA, conforme estamos podendo observar nesse March Madness com farta transmissão da ESPN+, onde o sistema único e a avalanche dos três pontos parecem ter encontrado quase uma unanimidade antagônica ao esforço do Coach K na tentativa de  modificar o basquete de seu país para o enfrentamento fora de suas fronteiras, a começar por sua Duke, se enquadrando à maioria de suas congêneres.

Tal constatação somente poderá ser explicada frente à realidade de uma NBA cada vez mais voltada às ações individuais, onde as situações de 1 x 1 encontram sua referência máxima na grande liga, que necessita contar com as especializações de 1 a 5 daqueles jogadores que aspiram lá chegar, vide a triste realidade dos muitos que abandonam seus cursos universitários para se  aventurar ao encontro dos vultosos e seletivos contratos que podem conseguir a curto prazo, e que conta com a vasta linha de formação de base advinda das escolas e universidades do país, para supri-la inesgotavelmente.

O grande esforço do Coach K parece que ficará restrito, ou não, às seleções para Mundiais e Olimpíadas, como forma alternativa ao enfrentamento competitivo sob regras internacionais, claramente adversas a forma como jogam em seu país.

Com a Europa ironicamente adotando cada vez mais o sistema único, num pseudo preparo para os confrontos com os americanos, mas sob as regras internacionais, criou-se um impasse, muito mais uma charada de difícil compreensão, mas enigmaticamente presente.

E nós, como eternos e incorrigíveis colonizados (agora mais do que nunca com a NBA aqui presente em jogos de pré temporada e materiais desportivos franqueados aos magotes…) seguiremos no sistema único, em vez de rompermos definitivamente com o mesmo, a começar pelo preparo da base, numa cruzada que poderia nos catapultar a grandes conquistas, as mesmas e visionárias genialmente previstas pelo Coach K em suas últimas vitórias internacionais e de alguns poucos, muito poucos insurgentes à mesmice endêmica que nos asfixia há décadas, aqui mesmo em terras tupiniquins.

E o que vimos na cornucópia de jogos nesta semana cor de laranja, senão uma sucessão de equívocos da quase totalidade das equipes brasileiras no NBB, na Liga das Américas, na LBF (meus deuses, que basquete é aquele que jogam?), bem assessoradas por uma NCAA que regride ao reboque da grande liga, apesar de seu incontestável charme e tradição, vide suas arenas abarrotadas em contraste com o imenso vazio na LDA, numa desvairada competição de arremessos de três, deslumbrantes enterradas e performáticos individualismos em confronto direto com o coletivismo, essência maior do grande jogo.

Enfim, estamos perdendo o trem da história, ainda mais agora com a continuidade diretiva, administrativa e técnica em nossa entidade confederativa, liderando um ciclo olímpico de quatro anos, quando exigiria pelo menos três para formarmos uma geração realmente competitiva dentro das escolas e clubes de todo o país, e não através um processo seletivo do pouco que temos (ou julgamos ter…), liderados por estrategistas e oportunistas, ocupando o lugar de professores e técnicos de verdade, bem formados, experientes e abertos ao novo, ao instigante, ao corajoso, numa antítese ao que ai está, formatado, padronizado e atrelado a um  modelo utópico e inalcançável por nós, econômica, cultural e politicamente.

Mas lá no fundo ainda acredito que algo de realmente novo possa emergir de dentro de tanta mediocridade, pois todo processo evolutivo pode tardar, mas não falha, ai estando a natureza, a ciência e a vida comprovando essa irrefutável verdade.

Amém.

Fotos – Reproduções da TV. Clique nas mesmas para ampliá-las.

 

Uma Nota – Com muitos ou poucos interessados, estarei na próxima quinta feira, dia 28, no ginásio de esportes da UERJ, às 8hs da manhã, quando da recepção e inscrição dos mesmos, para às 9hs iniciar a I Oficina de Aprimoramento de Ensino do Basquetebol. Até, lá.

AVISOS IMPORTANTES…

Professores, técnicos, jogadores e demais interessados que virão à I Oficina de Aprimoramento de Ensino do Basquetebol, não deixem, com urgência, de enviar suas confirmações para o email oficinabasquetebrasil@gmail.com a fim de que possamos agilizar o material técnico necessário e calcular o montante de alimentação que será disponibilizado para o bom atendimento a todos. Depois de amanhã será a data limite para o desconto de 10%, e o pagamento poderá ser feito conforme as instruções aqui detalhadas.

Obrigado pela colaboração, e aguardo-os no dia 28 para nosso tão esperado encontro.

Um abraço, Paulo Murilo.

Panfleto – Clique no mesmo para ampliá-lo.

DE HANG’S E ZIPPERS…

Em seus dois últimos jogos (contra o Palmeiras e hoje contra o Suzano), a equipe de Brasília arremessou 40/66 de dois pontos (22/35 e 18/31 respectivamente), e 31/67 de três (14/30 e 17/37 no jogo de hoje), contabilizando 80 pontos em arremessos de dois, e 93 nos de três, numa convergência que realmente assusta pelo seu ineditismo, deixando no ar as seguintes questões: – Frente a tão esmagador esquadrão, seus adversários simplesmente se deixam vazar inermes frente à artilharia de três, ou a equipe candanga atingiu o mais alto grau de eficiência naqueles longos e especializadíssimos arremessos?

Seria de importância vital que nossos mais abalizados analistas parassem um pouco de endeusar bolinhas e enterradas, para situarem essa inédita tendência liderada pela equipe campeã nacional, em direção a mais completa inversão de prioridades no básico quesito das finalizações à cesta, que sempre propugnou serem os arremessos de curta e media distancia aqueles com os maiores percentuais de acerto a cada ataque efetuado.

Respondida essa questão, poderemos confrontá-la com o que vem ocorrendo, por exemplo, com a equipe de Bauru, que no jogo de hoje contra Limeira, venceu pelo placar de 83 a 82, arremessando somente 6/11 de bolas de três e 23/45 de dois pontos, além de atuar por toda a partida numa veloz, técnica e desconcertante dupla armação, e uma dinâmica ação dentro do perímetro através seus ágeis alas e pivôs, sendo que três de seus mais atuantes jogadores são egressos da equipe campeã no recente torneio da LDB. Apesar de ainda falhar na defesa externa do perímetro, quando facilitou que uma convergente Limeira arremessasse 21/33 de dois pontos e 12/30 de três, permite que possamos projetar um futuro promissor para essa equipe a partir do momento que aprimorar seu sistema defensivo, se utilizando da última reformulação técnico tática que falta acrescentar às suas bem estabelecidas dupla armação e a recente redução drástica nos arremessos de três, situando-os como uma opção tática e não uma prioridade de jogo, que seria a marcação permanente dos pivôs adversários pela frente, atitude perfeitamente ao alcance de uma equipe forte e jovem, e que obrigaria os adversários que enfrentasse a radicais mudanças em seus sistemas ofensivos.

Entretanto, em Buenos Aires, Flamengo e Pinheiros resolveram, por mais uma vez, duelarem nas bolinhas, com 19 tentativas para cada um, nas quais a equipe paulista converteu 11 contra 7 dos cariocas, abandonando ambas o bom jogo interno que desenvolveram em alguns momentos da partida, mas que cederam a vez ao confronto insano das temerárias bolinhas, com o consentimento de ambos os técnicos, propiciando ao jogador Smith do Pinheiros uma façanha de 7/8 nos três, frente a uma falência defensiva rubro negra de envergonhar a quem propugnava ser seu setor defensivo o grande trunfo da equipe.

Finalmente, nos dois jogos das equipes brasileiras no dia de hoje, os paulistas sucumbiram ante uma equipe argentina marcando e contestando muito forte, que é uma tradição de suas equipes, e tendo em seus jogadores americanos a base estrutural de seu ataque interior, apoiados por armadores e alas argentinos com sólidos conhecimentos dos fundamentos e leitura de jogo. Agora, em se tratando da equipe carioca frente a um conglomerado equatoriano, que incorporou dois jogadores estrangeiros dois dias antes de embarcarem para Buenos Aires, simplesmente esnobando-os defensivamente, foram castigados ante um time peladeiro, apesar de contar com bons jogadores, que nitidamente escolheram o caminho da extrema individualidade pela ausência de um mínimo de conjunto, e a quem resolveram enfrentar com jogadas cognominadas de Hang Loose, e uma inédita Zipper 2. Fico imaginado como seria a Zipper 1. Simplesmente lamentável…

Com o Flamengo afastado do quadrangular final da Liga das Américas, basta uma vitoria simples do Pinheiros contra os equatorianos, para lá estarem, mas que se cuidem e mantenham toda sua atenção à defesa, pois o Mavort já provou que contra nós não precisa ter um grande conjunto, bastando a utilização do forte jogo interior que ostenta e as individualidades facultativas de uma equipe, como muitas outras que participam desse torneio, cujos integrantes se reúnem nos aeroportos para disputá-lo, o que significa que perder para uma delas deixa muito mal a quem muito investe na formação de uma suposta equipe de primeira linha.

Amém.

Fotos – 1 e 2 – Duelando de três com um placar de 80 x 83…

– 3 – A dupla armação de Bauru

– 4 – Hang Loose e Zipper 2…

Fotos reproduzidas da TV. Clique nas mesmas para ampliá-las

 

SOBRE A I OFICINA DE APRIMORAMENTO…

Atenção pessoal interessado na I Oficina de Aprimoramento do Ensino de Basquetebol, torna-se necessário que enviem suas inscrições através o email oficinabasquetebrasil@gmail.com mesmo que desejem pagar a inscrição no dia de inicio da mesma, a fim de que possamos organizar os materiais para o pleno desenvolvimento do projeto. Também podem acessar toda a programação clicando AQUI.

Se apressem e garantam suas vagas nesse programa que promete ser um grande sucesso para o desenvolvimento do grande jogo no país.

Um abraço a todos, Paulo Murilo.

Panfleto – Clique no mesmo para ampliá-lo.

O QUE REALMENTE INCOMODA…

 (…) Deixamos muito de marcar. É muito difícil jogar contra uma equipe como o Bauru sem defesa – disse Neto ao site oficial do Flamengo (…) em 10/3

 (…) Não me preocupo com a quantidade e sim com a qualidade. O dia que tivermos dois arremessos de três e 500 de dois forçados, aí sim, vou ficar incomodado. Temos ótimos arremessadores de fora e procuramos explorar bem isso” (…) em 8/3.

 

Pois bem, teve 6/17 de três e 23/47 de dois e perdeu um jogo em que seu adversário conseguiu 13/24 e 20/42 respectivamente, tendo suas bolinhas contestadas em sua maioria e permitiu livre ação do oponente lá de fora, e o pior, “dentro” também, e decisivamente.

A equipe paulista tanto contestou os arremessos de três dos cariocas, principalmente os do decisivo Marcos, que mesmo marcado por um Larry com a metade de seu tamanho, aproximando-se ao máximo de seu drible antecedente ao arremesso, tirando seu notório enquadramento (ação esta mantida pelo Gui mais adiante), que optou junto aos seus companheiros pelo jogo interno, onde a lentidão do Caio, frente aos velozes pivôs teve bloqueadas diversas tentativas de cesta pelas seguidas dobras que sofreu, permitindo os decisivos contra ataques que definiram a partida.

A equipe do Flamengo não soube explorar e concluir seus ataques interiores (confiando em sua artilharia externa…), ao contrario de Bauru, que imprimindo grande velocidade sobre a lentidão defensiva do Caio, e mais adiante a fraqueza posicional do Shilton, viu o placar se estender a seu favor sem maiores contestações, mesmo nas conclusões exteriores, que eram executadas na mais absoluta liberdade, como as do Gui, com seus longos, elevados e ousados arremessos de três, demonstrando que se encaminha celeremente para se tornar um especialista nessa difícil e eletiva forma de arremessar.

Enfim, provou a equipe carioca que encontra enormes dificuldades no jogo ofensivo interno, quando enfrenta dobras sobre o lento, apesar de muito técnico, Caio, e a pobreza fundamental do Shilton, tendo somente no Alexandre sua válvula de escape naquela zona restritiva, além dos contra ataques motivados pelas falhas ofensivas de seus adversários e lampejos do Benite e do Kojo nas esparsas penetrações.

A direção técnica do Flamengo deveria se preocupar, e muito, com a substancial melhoria de seu jogo interior, mesmo que custe “500 forçados arremessos de dois”, em vez de apostar suas fichas nos seus quantitativos e qualitativos (?) arremessos de três, que como pudemos ontem atestar, podem ser efetivamente contestados por quem se determinar a fazê-lo. Bauru topou, e venceu, muito bem, aliás…

No outro jogo, entre o Tijuca e a Liga Sorocabana, que só consegui assistir o primeiro tempo, algo de muito grave chamou a atenção dos poucos torcedores que lá continuaram, a triste e inacreditável atuação do técnico (?), ou gerente, ou proprietário da equipe paulista, sempre dentro da quadra sob os olhares compassivos dos juízes, gritando, vociferando e ofendendo publicamente seus próprios jogadores, como o americano Dawkins, pequeno e mirrado armador americano, retirado da quadra embaixo de impropérios e dedos na cara pelo enorme e musculoso trei…sei lá que definição dar. Gostaria de vê-lo agir daquela lamentável forma com um cara do seu tamanho, como um daqueles fracos (tecnicamente) jogadores de sua equipe, tão massudos como ele. Aliás, não acredito que os mesmos se equiparassem em grosseria e mau exemplo ao seu, vamos assim dizer, técnico…Simplesmente lamentável.

Amém.

Em tempo – Foram 30 erros de fundamentos no jogo entre o Flamengo (17) e Bauru (13). Incomoda, ou não?

Fotos – Divulgação da LNB e reprodução da Tv. Clique nas mesmas para ampliá-las.

O FATOR TÉCNICO…

Técnica, táticas, sistemas, estratégias, jogadas, todo um mar de (des) conhecimento que cercam atitudes, discursos, posicionamentos, omissões, vazios testemunhos, vazias conclusões…

A CBB tem um antigo/novo presidente, que não seria mais novo/antigo do que seu oponente perdedor, iguais, xipófagos da mesmice administrativa que nos vem esmagando nos últimos 20 anos, e com uma resultante técnica que dificilmente será ultrapassada, o continuísmo técnico tático que ai está,  formatado e padronizado desde sempre, da formação de base às seleções, expurgando qualquer resquício de algo novo, instigante, ousado, corajoso, que o confronte e rivalize…

A LNB, com sua LDB recém finda, projeta um futuro mais amplo para os jovens abaixo dos 22 anos, porém um fator tem de ser encarado com rigor, ou seja, a proibição de todo aquele jogador, independendo de idade, que fazendo parte de equipes da LNB em seus NBB’s façam parte das equipes da LDB, quando ai sim, estaremos promovendo o desenvolvimento daqueles que aspiram lá chegar, e não utilizando os já graduados na liga superior, para auferirem títulos que perdem em valor se comparados com a verdadeira finalidade de uma liga de desenvolvimento, a de propiciar o amadurecimento de novos valores, que é o fator técnico que realmente importa para o soerguimento do grande jogo…

Mas algo tem de mudar, tem de ser redimensionado no cenário da técnica formativa da base, e das equipes ranqueadas, onde declarações equivocadas podem rapidamente desencadear o fator técnico agora exposto, senão avaliemos o testemunho do técnico do Flamengo após a fácil vitoria de sua equipe contra a Liga Sorocabana, numa matéria de Fernando H.Lopes para o blog Bala na Cesta de 8/3/13, comentando o fato de sua equipe ter arremessado mais bolas de três pontos do que de dois, numa convergência de arremessos que grassa célere e perigosamente em algumas equipes da liga maior:

(…) O técnico José Neto, por sua vez, disse que não se preocupa muito com a quantidade excessiva de chutes de fora da equipe (para se ter uma ideia, só o ala Duda tentou 10 bolas longas, acertando três). “Tivemos uma quantidade grande de arremessos de três, mas todos foram bem trabalhados. Não me preocupo com a quantidade e sim com a qualidade. O dia que tivermos dois arremessos de três e 500 de dois forçados, aí sim, vou ficar incomodado. Temos ótimos arremessadores de fora e procuramos explorar bem isso”, afirmou o comandante rubro-negro (…).

Convenhamos ser um argumento completamente destituído da mais ínfima lógica, já que todo o trabalho para que os longos arremessos eclodissem se restringiram ao “chegar e chutar”, ou simplesmente trocar dois ou três passes circundantes e arremessarem, ante a mais completa ausência defensiva externa, em vez de aproveitarem a circunstância da maciça presença defensiva no perímetro interno, para desenvolverem um eficiente jogo de pivôs, mesmo como preparação para embates mais fortes no futuro, quando realmente precisarão desse tipo de ação, frente a defesas bem postadas (…) O dia que tivermos dois arremessos de três e 500 de dois forçados, aí sim, vou ficar incomodado (…)

Bem, nesse caso, incomodada e de forma grave deverá ficar sua equipe, que se privada dos longos arremessos ante defesas de verdade, tiver de atuar no âmago do perímetro interno sem o domínio e o conhecimento técnico e tático necessários, como ocorre, não só com a sua, mas na grande maioria das equipes da liga, que absolutamente pouco sabem como jogar “lá dentro”, e que pensam saber jogar “lá de fora”…

O fator técnico é o grande enigma que teremos de solucionar para que nosso basquetebol volte às grandes competições com boas margens de sucesso, tanto as nacionais, como, e principalmente, as internacionais. Até lá, seria prudente e de bom senso que certas declarações ficassem presas ao sábio e inteligente mutismo…

Amém.

Fotos – O Presidente reeleito da CBB e a reunião da Comissão Técnica da LDB discutindo a nova forma de competição .

I OFICINA – INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Pessoal basqueteiro que vêm para a I Oficina, atentem para o seguinte:

– Não retardem suas inscrições, remetendo seus dados para o email oficinabasquetebrasil@gmail.com , afim de que possamos organizar o grupo de forma antecipada, projetando os materiais necessários para o perfeito desenrolar da mesma.

– A inscrição também poderá ser feita no local da Oficina, que estará aberta à partir de 8hs do dia 28/3.

– O pagamento antecipado até o dia 20/3 terá um desconto de 10%.

– Os pagamentos poderão ser feitos por depósito bancário (Favorecido – Arteducação Empreendimentos Artísticos e educacionais – Banco do Brasil  Agência 1579-2  Conta Corrente 36016-3  CNPJ 13.299.910/0001-69) ou cartão de débito/crédito no próprio local da Oficina.

– Se o pagamento for feito por depósito bancário, envie por scaner a copia do recibo de depósito, assim como seus dados de endereço, telefone para contato, para o email acima.

– Para os que vierem de fora do Rio, uma boa solução é pesquisar hotéis, pousadas e hosteis baratos nos sites abaixo:

hotelurbano.com.br

booking.com

logitravel.com

Tentem escolher hotéis no trajeto da linha 1 do Metro, nos bairros de Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Catete, Glória, Centro e Tijuca. Copacabana já atinge valores mais altos, assim como Ipanema e Leblon.

Na cantina do ginásio do IEFD/UERJ, poderão adquirir uma boa alimentação caseira ao preço nunca superior a R$ 9,00 (Nove reais), e no Self Service no nono andar da UERJ, onde se encontra o IEFD, a refeição é cobrada a R$29,90 o Kg. No entorno da UERJ existem muitos outros locais onde são servidas refeições de boa qualidade e bom preço.

Como a Oficina transcorrerá na Semana Santa, os deslocamentos nos transportes públicos não enfrentarão grandes transtornos, mesmo com a grande quantidade de obras pela cidade, principalmente no entorno do Estádio do Maracanã, onde se encontra a UERJ.

Enfim, poderemos projetar um grande sucesso para a I Oficina, e aguardamos a presença de todos aqueles que acima de tudo amam o grande jogo. Até lá então.

Amém.

Panfleto – Clique no mesmo para ampliá-lo.

A I OFICINA À CAMINHO…

Faltam 24 dias para a nossa I Oficina de Aprimoramento do Ensino de Basquetebol, e as inscrições começam a chegar, principalmente de outros estados, o que nos deixa otimista com a repercussão da mesma junto aos jovens técnicos, e os veteranos também, todos aqueles que ainda continuam a acreditar que o grande jogo possa se soerguer da situação falimentar em que se encontra. Vamos todos discutir, estudar e aprimorar o ensino dos fundamentos, dos drills, dos sistemas, dos conceitos, para que ao final do quarto dia possamos nos posicionar positivamente frente aos enormes desafios que teremos, todos, de enfrentar, humilde e corajosamente, numa pequena, porém honesta participação e muito trabalho, para que o grande jogo retorne ao seu lugar de direito no cenário do desporto nacional.

Nos encontraremos no próximo dia 28, na UERJ, se inscrevam, e leiam os detalhes aqui.

Um abraço a todos.

Amém.

 

Fotos – Clique nas mesmas para ampliá-las.

O MOTO CONTÍNUO…

Enfim vi um jogo, e não gostei nem um pouco do que vi, ou melhor, testemunhei constrangido. Claro que tenho de considerar o valor do titulo conquistado pela equipe de Bauru, que foi justo dentro das proporções e proposta técnica apresentada pela mesma, principalmente no aspecto defensivo no interior do perímetro, mas mantenho a impressão inicial, cujas fotos aqui incluídas caracterizam a triste realidade que nos asfixia determinantemente. São quatro fotos de uma sequência que foi mantida durante todo o jogo, não, durante todo o torneio, onde um ataque de branco arremessa de três, outro de azul responde na mesma moeda, voltando o branco à faina dos três, respondido pelo azul, branco, azul, bran… num moto contínuo, que nem a ciência conseguiu exequibilizar, mas nós, na hemorragia dos três, estamos conseguindo…

E com tudo isso, porque técnicos de pé, sentados ou ajoelhados em frente a uma indefectível e estelar prancheta, apõem traços, rabiscos e borrões, num moto contínuo às avessas para nada, quando conscientes ou inconscientemente aceitam uma realidade que poderiam rigorosamente evitar em nome do bem jogar o grande jogo, fora e dentro do perímetro, com sólidos fundamentos incutidos nos jogadores, quando os arremessos de três seriam, e através daqueles pouquíssimos especialistas, uma opção tática, e não um conceito, quase um dogma que nos auto-impusemos irresponsável e obtusamente…

Numa continha bem primaria e simplificada, contém os 40 minutos de um jogo normal exatos 2400 segundos a serem disputados, que num mais simplificado ainda exemplo constituiriam 100 posses de bola de 24 segundos, 50 para cada equipe. Quando num jogo, não só de adultos, mas de jovens também, 61 posses de bola geram o mesmo número de arremessos de três (na decisão de hoje foram 18/61), pela continha simplificada sobrariam 39 posses para os de dois, confirmando que algo de muito sério e perigoso está ocorrendo no nosso basquete, mas que para uma determinada mídia, se complementados com enterradas magistrais, constituiriam a essência do jogo, a rota que deveríamos seguir para 2016, o exemplo maior para nossos jovens, abandonados à própria sorte de um basquete destituído de sua estrutura mater, os fundamentos.

A contagem final desse torneio em Brasília atingiu números estarrecedores:

`- 56/206 arremessos de três em 4 jogos (27,1%), ou 14/51,5 na média.

– 135 erros de fundamentos, media de 33,7 por jogo (inadmissível).

Logo, o que teria pensado o Magnano lá presente, frente a essa realidade, principalmente na defesa exterior (foram arremessadas 206 bolinhas em quatro jogos) para as próximas seleções, e mais adiante 2016 (?)…

Que fique o alerta, a luz vermelha que deve ser levada seriamente em consideração, não aquela que sinaliza uma câmera de TV ligada, tão ao gosto de performáticos técnicos, mais preocupados com suas imagens de estrategistas, do que formadores de jogadores, papel inferior voltado àqueles simplórios abnegados que persistem na luta pelo grande jogo…

Mas estes, se acionados estrategicamente na busca do nosso soerguimento, jamais permitiriam essa realidade que aí está dissimulada em projetos elitistas e restritos a uns poucos e corporativados estrategistas, simples assim…

Concluindo, mais triste ainda é ver uma final jogada num ginásio para 15000 pessoas, literalmente vazio, quando poderia ser em um local mais realista e adequado, liberado a outros jovens escolares para terem como exemplo o basquete que apresentaram (?)…

Melhor não, seria uma covardia…

Amém.

Fotos – Reproduções da TV. Clique nas mesmas para ampliá-las.

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