MESMICE INC.LTDA….

Mais alguns dias e teremos empossado um dos dois remanescentes da trinca genial para mais quatro anos da Mesmice Inc. Ltda., pois como afirmam, “muitas coisas ainda tem de ser feitas”, cujo prazo vencido de 12 anos foram insuficientes para atingir as metas traçadas, pelos três, em conjunto, que de tão harmônico tapeou a massa ignara convicta de que, pelas “desavenças e desencontros” teatrais estavam estabelecidas as fronteiras que delimitam situação e oposição, desenhando um quadro onde outra e qualquer oposição, por mais inovativa e representativa dos verdadeiros basqueteiros, não encontrasse guarida no obscuro mundo federativo, poço insondável onde situação e oposição se fundem numa almágama indefinida e coloidal, e por que não, fétida.

Distribuídas as funções que serão colegiadas e vivenciadas pelos três, ABASU, CBB e FPB constituirão um ilimitado campo de manobras político pessoais, que somadas canalizarão ao grupo poderes até agora somente sonhados, onde limites político econômicos em muito superam seus heróicos “cargos de sacrifício”, seguindo a esteira estendida e exemplificada pelo capi cobiano.

Técnicos de seleções garantidos em seus postos, clinicas técnicas lideradas pelos mesmos grupos, patrocínio estatal garantido, provam o quanto de uniformidade de pensamentos e ações uniam, unem e unirão a tríade já eleita em seus nichos, realizados em sua magistral estratégia de afastamento de estranhos numa competição que teria de ser de cartas marcadas, pois raposas felpudas não traem a matilha, mesmo que algumas mordidas sejam distribuídas na divisão do butim, e mesmo assim mais para impressionar a ingênua claque que ainda teima em ver o desporto como pólo educativo e cultural, e não um simples mercado de trocas e escambos, um business exclusivo.

Mas nem tudo serão flores, pois algumas exigências e dividas, motivadas por apoios estratégicos serão devidamente cobradas, envoltas nas nem sempre transparentes técnicas de marketing, onde, na maioria das vezes, pessoas estranhas ao meio se fazem presentes, exigentes e ávidas por um bom naco de comando e decisões.

E é o que veremos constrangidos e humilhados, punidos pela omissão e ausência no campo da luta, mais preocupados pela critica unilateral, pusilânime e anônima, acomodados em confortáveis poltronas, e em torno de mesas copiosamente fornidas de chopes, tremoços e azeitonas, quando o momento exigia o arregaçamento plural de mangas, num esforço conjunto e inteligente para ao menos tentar barrar a recondução do que de pior existe para comandar o basquetebol brasileiro, e o pior, os aspones e chupins que virão junto aos mesmos, e cuja finalidade maior é a de manter o grande jogo à reboque das modalidades que interessam aos ocupantes do palácio da Av das Américas.

Assistiremos um voleibolista comandar tecnicamente o basquete brasileiro, numa pretensa colaboração de quem se considera a quintessência da administração esportiva do país, mas que duvido sequer desconfiar o que venha ser basquetebol, seu âmago, sua técnica para poucos, muito poucos, a começar pela bola e seu manuseio jamais percutido.

As cartas estão onde sempre estiveram, e jamais veladas, escancaradas, onde o que menos importavam eram os naipes e as sequências, simples cartas em cima de uma mesa com três jogadores em volta, todos vencedores, sem precisarem apostar uma ficha que fosse. Os circunstantes afastados e acovardados assistiram esse disfarçado engodo, impotentes, desunidos, em cima de seus muros particulares, dos quais alguns pularão para os braços dos três, e outros se manterão raivosos e revoltados, mas empoleirados e convenietemente omissos.

Dia virá, não sei quando, mas virá, em que aqueles que se dizem credores e agradecidos ao basquetebol, pelo bem que beberam de tão pródiga fonte de amizades, educação e cidadania, acordarão de seus berços (ou muros…) esplendidos, para lutarem a grande luta, aquela que redimirá e retirará o grande jogo das mãos ímpias daqueles que o insultam e denigrem com suas incompetentes e maléficas presenças. Têm toda a comunidade basqueteira, a partir de agora, quatro anos para trabalhar, ou…morrer.

Amém.



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