BLOOD SUNDAY…

Na edição de domingo (25/3/12), o jornal O Globo enfim assumiu o MMA como campanha prioritária na implantação desse “esporte” no país, com 4 matérias dispostas em vários cadernos da mesma:
– No primeiro caderno, uma publicidade em duas páginas do reality show The Ultimate Fight Brasil (foto).

– No segundo caderno, uma reportagem de página inteira sobre o lutador Minotauro (foto).

– No caderno Saúde & Bem Estar, testes médicos para melhoria cardiorrespiratória dos praticantes de artes marciais (foto).

– Na Revista de TV a reportagem “Eles não fogem à luta” (foto).

Fazendo coro à declaração do lutador Anderson Silva em entrevista na TV, de que seu maior sonho é ser considerado referência dos jovens brasileiros, alinha-se a grande organização na busca desse objetivo, para em breve futuro tornar e sedimentar a população jovem desse infeliz país, praticante e entusiasta da violência como objetivo de vida, tendo como exemplos os “gladiadores do terceiro milênio”, definição dada pelo divulgador máximo do outro “esporte” maciçamente patrocinado pela organização, a F-1.
Então, o que poderemos esperar de preparação desportiva de nossa juventude, nas escolas, nos clubes, nas universidades, visando uma educação plena em saúde, nas artes, nas disciplinas acadêmicas, até mesmo nas representações em 2016, indo além dessa etapa, visando um futuro melhor, fruto de uma educação plena e justa, e não sob a sombra de uma era onde homens eram lançados em arenas para se degladiarem em combates cuja única finalidade era a da submissão pela força e contundência física, hoje recriada sob a máscara de uma deformada visão do esporte, de uma mais deformada ainda visão de vida?
Por que não abrir espaços para colunas de basquete, vôlei, futsal, natação, handebol, atletismo, ginástica, judô, em vez de atividades mascaradas de esporte, com toda sua cruel realidade? Por que?
Blood Sunday, triste assim…
Amém.

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18 comentários

  1. Ricardo 29.03.2012

    Realmente vergonhoso professor!

    Fora a propaganda toda (em busca de audiencia no curto prazo) o mais nojento são as inumeras tentativas de esconder a violência envolvida nesse “esporte”.

  2. Rodolpho 29.03.2012

    Professor,

    Como bem divulgou o jornalista Jorge Kajuru, após ter sido oferecido um emprego na Globo, eles não fazem jornalismo esportivo, eles fazem NEGÓCIO. Não existe interesse por parte da Globo em fazer jornalismo esportivo, eles divulgam qualquer coisa que lhes rendam dinheiro, e tão somente isso.

    Numa sociedade tão perdida como essa na qual vivemos, nada mais natural a pancadaria ser tão famosa. As leis (ainda) não permitem o sujeito distribuir chaves de braço pela rua.

    Quanto a Formula 1, esporte de minha predileção (juntamente com o grande jogo), discordo completamente de sua opinião, mas entendo seu ponto de vista. Quem não gosta não entende mesmo, e vice versa. Mas é um longo assunto…

    Não esperemos da/o Globo jornalismo. Felizmente o jornalismo alternativo esta aí, este blog sendo um exemplo. Não precisamos mais de ouvir uma única voz (imaginemos 20 anos atrás, se somente o comentarista Byra Belo opinasse…). Felizmente a grande rede nos permite uma variedade enorme de fontes de conhecimento e troca de opiniões, bem mais democráticas do que as globais.

  3. Basquete Brasil 29.03.2012

    Mais não esconderão por muito tempo, pois podem enterrar a verdade, matá-la, nunca, prezado Ricardo. Tenho esperanças de que o bom senso prevalecerá, num momento em que a educação e o desporto de qualidade necessita do maior investimento possivel junto aos jovens do país, fatores estes ausentes da dura realidade das arenas e seus “gladiadores do terceiro milênio”.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  4. Basquete Brasil 30.03.2012

    Mas em se tratando de esporte, prezado Rodolpho, os dois maiores salários da área naquela grande holding são basqueteiros de carteirinha, mas que não mexem uma palinha para alavancar a modalidade, e nesse aspecto concordo com você, pois investem exatamente no MMA e na F1, investem no lucro.
    Exatamente por isso, jamais entendi a ligação da LNB com aquela organização, pelos motivos que forem, e onde o grande jogo jamais prosperará.
    Sem dúvida a imprensa alternativa tem mantido o debate aceso sobre o soerguimento do basquete no país, e esse humilde blog se sente orgulhoso em participar do esforço para alcançá-lo.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  5. Douglas 30.03.2012

    Olá, professor. Discordo do senhor, um pouco, sobre o tema. Sim, o MMA é violento, disso não temos dúvidas. Afinal é um esporte onde o objetivo é contundir o adversário ao ponto de não ser mais possível sua autodefesa, e, sendo assim, a força utilizada pode ser maior do que o corpo pode aguentar: sangramentos, roxos, inchaços, são inevitáveis. Agora, não seria mais violento um esporte, onde sagra-se vencedor aquele que consegue mais pontos, sejam eles através de cestas, gols, ou do que for chamado esse ponto, e seus praticantes, aproveitando-se do contato físico existente entre adversários, contundem-se uns aos outros propositalmente, utilizando a transgreção da regra em seu benefício?

    Pois vejo isso o tempo todo no basquete, futebol, handball, entre outros esportes onde há contato físico entre os praticantes. Cansei de ver jogadores de basquete com os rostos inchados ou roxos, tanto quanto os atletas do MMA às vezes, em uma cotovelada desleal, ou com hematomas nos braços, peito, ombros, costas, por conta de tapas, ou até mesmo socos, dados pelos adversários, na tentativa de impedí-los. No futebol, contusões nos tornozelos e joelhos, canelas cortadas pelas travas das chuteiras, são uma constante. Há aqueles que nem andar direito conseguem após a partida, quando o corpo esfria.

    E agora a parte pior, vejo também a conivência da arbitragem e até mesmo uma preferência desse jogo mais “físico” pelos técnicos, e não só no Brasil. Ao menos, nas poucas vezes que, infelizmente, tive a oportunidade de ver o tal MMA (não sou amante do esporte), vi árbitros próximos, atentos e intervindo sempre quando a tal regra da autodefesa era transgredida.

    E a minha discordância não fica apenas no âmbito da violência, mas também no tal exemplo para os jovens execrado pelo senhor. Não conheço a fundo a história do Anderson Silva, mas sei que foi um menino pobre e que venceu na vida, dentro dos padrões da nossa sociedade atual, através de seu esforço, dedicação e habilidade dentro do esporte que pratica. Conheço melhor a história de outro lutador, o José Aldo, que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente por já ter prestado serviços a uma empresa que o patrocinava. Exemplo de pessoa humilde, dedicada, obstinada, atenciosa e carinhosa. É realmente um ser digno de admiração, e que também acho que serve de bom exemplo, principalmente para aquela parte esquecida do Brasil, um tal de Norte e Nordeste, que a população e o próprio governo brasileiro cisma em esquecer. Creio que os nossos jovens, principalmente os de menor poder aquisitivo e de maior acesso a tudo que não presta, pelos ambientes que vivem, precisam de exemplos assim, para não seguirem o exemplo dos heróis armados que têm hoje nas portas de suas casas. Não acho que são os melhores exemplos, mas prefiro ver uma criança sonhando em ser um lutador de MMA e se ocupando com isso, do que em ser um bandido bem sucedido, com suas armas e poder paralelo.

    Abraços, professor.

  6. Basquete Brasil 31.03.2012

    Não devemos nunca esquecer a intencionalidade das ações, que nos jogos coletivos são punidas com a imediata exclusão do agressor e sua penalização em tribunal esportivo, e até, em alguns casos, em tribunais penais, bem ao contrário do MMA, onde os golpes são repetidos até o momento em que, subjugado, ferido e inconsciente um juiz, melhor dizendo, uma testemunha, avaliza o que já ocorreu de fato.
    Também acredito que nossos jovens mereçam usufruir dos beneficios do esporte, nas escolas, nos clubes, nos parques, sem contundências, sem agressões, sem ferimentos, pela prática daquelas atividades socializantes, educativas, e acima de tudo associadas ao lazer, ao prazer do brinquedo, e não da violência fisica, marca registrada de uma modalidade voltada à submissão, ao dominio pela força.
    Pelo exposto, prezado Douglas, em hipótese alguma uma sociedade justa, democrática e humanista, poderá permitir que seus jovens sejam induzidos a tal regressão histórica, de volta à barbárie.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  7. Douglas 02.04.2012

    Mas hoje em dia não temos, nos esportes coletivos, principalmente os que mais acompanho: basquete e futebol, uma subjugação pela força e a conivência da arbitragem com relação a isso? Sou ex-jogador de basquete, amo o esporte e acompanho desde a base até a categoria adulta, quando posso. Na base, vejo ótimos jogadores, porém menores, ou mais fracos fisicamente, serem substituídos pelos grandalhões, mais fortes e menos habilidosos, mais lentos e até mesmo aqueles que não têm o menor tino para o jogo e estão lá por essa necessidade do esporte ser mais “físico” (lê-se violento mesmo).

    Exemplo disso que disse tive na quadra do Clube Athletico Paulistano, na sexta-feira passada (30/03), acompanhando um jogo da categoria sub16. Nesta partida tínhamos a equipe do Paulistano, recebendo o Palmeiras, em sua casa, ambas utilizando o sistema único. Time esse do Palmeiras que possui um ótimo pivô, alto, esguio, com bons movimentos e boa velocidade na execução dos mesmos. Desde o aquecimento percebi que o menino possuía as qualidades acima ditas e, para minha surpresa, ele começou na reserva. Até aí, opção do técnico, talvez para aquela partida, a formação inicial. Vi um pivô um pouco mais baixo, porém mais pesado, mais forte, com movimentos bem feitos dentro dos limites que seu corpo possui, entrar em seu lugar e não entendia como aquele, que ao meu ver, era pior tecnicamente, começava a peleja como titular. No decorrer da partida, o garoto entrou, dentro da rotação que já devia ter sido planejada pelo técnico do Palmeiras, ao pivô titular do Paulistano ser substituído (esse também mantinha o “padrão” alto-pesado-forte, lento-menos habilidoso). Aí percebi o porquê do rapaz não ser titular: não consegue desenvolver o seu jogo, porque os seus marcadores usam de faltas (pouquíssimas marcadas pela arbitragem) o tempo todo para pará-lo e, jovem, ele não consegue se desvencilhar delas para trabalhar de forma correta seus movimentos.Quando não são feitas faltas (poucas vezes isso aconteceu, já que os garotos são espertos e percebem qual o limite de faltas que o árbitro deixa passar), obviamente ele leva vantagem e pontua, passa, marca, muito bem. Assim ele foi absorvido pelo jogo físico dos seus marcadores e substituído por uma atuação abaixo da média. E assim foi por outras vezes que ele entrou em quadra na rotação.

    Chegando em casa, pensei sobre o que vi, e cheguei a conclusão de um dos porquês que o basquete nacional está como está. Quantos magrinhos, porém bons, foram substituídos pelos fortinhos truculentos? E quantos desses chegam no adulto, com pouca noção de fundamentos, mas com astúcia para cometer faltas não marcadas e assim atacarem e defenderem bem, no tal jogo “físico”, que aprenderam a jogar desde as categorias menores?

    Outro exemplo foi, na mesma quadra do Paulistano, quando tive o prazer de ver a equipe comandada pelo senhor jogar contra o anfitrião, com o seu sistema de 3 postes internos e dupla armação, com movimentação constante e procurando explorar o enfraquecimento defensivo do adversário após trocas e “sanfonações” defensivas. E vi um Paulistano parando sua equipe muitas vezes de forma faltosa, e poucas vezes sendo punido por isso. Vi seus jogadores apanhando, e vi, em um tempo técnico, o comandante do Paulistano incentivando a prática, que claramente beneficiava sua equipe. O Paulistano ganhou o jogo por poucos pontos, mas ficou claro a eficácia do sistema adotado pelo senhor, bem como o quanto ele foi prejudicado pela má arbitragem daquele dia.

    Citei exemplos do basquete, pois esse é o assunto do blog, mas o mesmo acontece no futebol, e em outros esportes coletivos, onde talentos são substituídos por físicos avantajados, já que “o esporte mudou, se tornou mais físico”, como muito é dito por comentaristas aí afora. E a subjugação mencionada pelo senhor se faz presente.

  8. Basquete Brasil 02.04.2012

    Prezado Douglas, o esporte não mudou por se tornar mais físico, e sim por negar a evidência de que o aspecto eminentemente atlético superou a massa física em todos os sentidos, principalmente no basquetebol. As grandes equipes europeias, e mesmo algumas da NBA já professam essa realidade, que encontra na NCAA sua referência maior. Na final de hoje entre Kentuchy e Kansas, o que mais testemunharemos é a pujança atlética, veloz e ágil, que ao superar a massividade de outros anos, encontrou sua referência maior dentro do grande jogo. O que ocorreu em São Paulo e que foi relatado por você, foi o resultado nefasto advindo da extrema necessidade do enriquecimento de curriculos, e necessidade de títulos por parte dos clubes, situação esta que somente será minorada quando os técnicos forem reconhecidos e premiados pelo trabalho de formação e aprimoramento de seus jogadores, e não pelos títulos alcançados com os mesmos. Mas essa é uma orientação que só poderá ser desenvolvida por uma boa formação destes mesmos técnicos, através uma bem estruturada ENTB compromissada com a formação de base no país.
    Quanto ao jogo que você assistiu entre o Saldanha e o Paulistano, vencemos pelo placar de 91 x 85, num jogo bem descrito por você, e que ainda, apesar de prometido, não veiculei aqui no blog. Quem sabe ainda o faça…
    Um abraço, Paulo Murilo.

  9. Douglas 03.04.2012

    Olá, professor.

    Desculpe-me pelo engano. Realmente, após a postagem, pesquisei melhor, e o senhor e sua equipe foram vencedores daquele jogo pelo placar supracitado. Mesmo assim, a superioridade da sua equipe naquele dia não foi exprimida no placar, diferença de 6 pontos apenas, por conta do que eu relatei. A violência foi aplicada sobre a sua equipe e incentivada pelo, na época técnico do Paulistano, João Marcelo Leite.

    Se o senhor puder, por favor, disponibilize para nós essa partida. Apesar de não atuar mais, gosto muito do estudo do basquete, variações táticas ofensivas e defensivas, além dos ensinamentos passados pelo senhor aqui. Sinto falta das postagens técnicas feitas aqui no blog e que me ensinaram muito. Sinto mais falta ainda de ver o senhor e sua experiência atuando em uma equipe.

    Muito obrigado pela atenção e debate saudável, professor!

  10. Basquete Brasil 03.04.2012

    E não só a violência dentro da quadra, uma maior fora dela com alguns torcedores aos brados vociferando palavras de cunho racista durante toda a partida, pois minha equipe era quase totalmente formada por jogadores negros. Mas ganhamos com autoridade e coragem, sem, em nenhum momento reagir às agressões. Tenho o video daquele jogo emblemático, pois logo após o mesmo a equipe foi praticamente desmontada com o afastamento administrativo de três jogadores básicos, situação que somente foi contornada tecnicamente duas semanas depois, após 4 derrotas seguidas até que a pudessemos reestruturar técnica e taticamente, quando retomamos o caminho das vitórias, mas sem mais tempo para nos classificarmos para o playoff. Vou pensar se veiculo o video, pois representou um efetivo avanço técnico na Liga, mas que apresenta em seu som ambiente os tristes acontecimentos acima relatados. Vou pensar mais um pouco.
    Quanto aos artigos técnicos, pode aguardar por que vem por ai materias especificas que comporão o CBEB, Centro Brasileiro de Estudos do Basquetebol.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  11. Douglas 04.04.2012

    Muito bom, professor! Aguardarei motivado a aprender ainda mais com o senhor e seus belos ensinamentos do grande jogo. Quanto ao vídeo, creio que seja possível retirar o som dele, e de maneira até simples, com os editores de vídeo atuais. Sem nenhuma perda visual, que realmente é o que nos importa e interessa. Pessoalmente, não sei como fazer, mas posso procurar com amigos, especialistas nessa área, como desenvolver esse trabalho, se assim o senhor quiser.

    Abraços fraternos.

  12. Basquete Brasil 04.04.2012

    Mas, aí é que reside a minha relutância na veiculação do video, prezado Douglas, pois o grande valor técnico dele, está agregado às situações exógenas do jogo, principalmente quanto às agressões vindas de uma minoria racista, no ginasio de um dos maiores clubes do país, e que foram respondidas com atuações memoráveis de jogadores desprestigiados e desvalorizados na Liga, provando ser possivel jogar o grande jogo de forma diferenciada, ao largo da mesmice endêmica que se abateu sobre nós. A grande vitória alcançada por todos eles, foi a resposta definitiva. Se veicular o video, o farei completo, com som e imagem, como um justo preito a tão brilhantes jogadorea, ao menos sobre minha ótica de experiente e veterano técnico.
    Verei o que fazer um pouco mais adiante.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  13. Douglas 05.04.2012

    Pois é, meu nobre professor. Espero que o senhor nos presenteie com esse excelente material, assim que achar oportuno, e se achar oportuno. Sinceramente não vi esse absurdo, estava presente no ginásio, atrás do banco anfitrião, junto aos meus pais, mas com a cabeça preocupada em acompanhar o jogo em si, suas variações técnico-táticas e não acompanhei esse ocorrido. Bem como era em quadra, quando atuante, que passava até mesmo como apático por não comemorar um ponto, ou um bom trabalho defensivo, preocupado com a defesa ou ataque seguinte, já que possuía a responsabilidade da armação, sendo o famigerado número 1 o meu denominador. A dupla armação era até, timidamente, tentada, mas éramos tolidos de nossa principal característica como seres racionais: o direito de escolha. Condicionados a movimentos “macaquísticamente” ensaiados, não nos sobrava muito, além de destinar a bola para onde, previamente, ela já teria sido endereçada muitas vezes antes…

    Enfim, após o breve desabafo, caso não seja aprovada a veiculação do vídeo pela sua experiente consciência, presenteie-nos com outro(s) vídeo(s), dos muitos que o senhor deve possuir, que também demonstram o uso da dupla armação no perímetro, suportando ágeis “pivôs”, uma marcação pressionada na bola, principalmente naquele coitado 1, que é obrigado a driblar a bola, pensar, orientar, gesticular a movimentação pré-determinada (chega a ser cômico o fulano vir gritando lá da sua defesa e estapeando a cabeça, ou puxando a sua própria camisa, enquanto leva a bola ao ataque) assobiar e chupar cana, a marcação pela frente dos pivôs, entre outras posturas que pude ver naquele dia, na quadra do Paulistano.

    Abraços,
    Douglas.

  14. Basquete Brasil 07.04.2012

    Como disse antes, pensarei bastante antes de resolver, ou não, veicular o video, prezado Douglas, pois o mesmo poderá suscitar muitas discussões indesejadas, o que não gostaria que ocorresse. É um video bonito de ser ver pelo lado técnico tático, mas muito triste pelas manifestações antes mencionadas.
    Realmente, tenho muitos videos de equipes que dirigi, mas as dificuldades técnicas em veiculá-los são muito grandes, pois não possuo equipamentos e conhecimentos necessários para colocá-los assiduamente no blog.
    Quem sabe, mais adiante poderei fazê-lo? Um abraço, Paulo Murilo.

  15. Leandro 21.04.2012

    Olá Professor, acompanhei a discussão e gostaria de uma pequena dica, que talvez o senhor já saiba, vc pode criar um canal no You tube, para postar videos isto é simples e posteriormente divulgá-lo em seu blog. Isto talvez facilita este procedimento citado pelo senhor, e assim poderemos entender um pouco mais sobre o que sempre nos coloca em seus comentários, gostaria muito de compreender como trabalhar estes conceitos técnicos/táticos, como sou iniciante e não fui jogador tenho muitas dificuldades em trasnferir estes conceitos para aulas e treinos, os vídeos técnicos muito nos ajudaria neste sentido, e as discussões poderia ser direcionadas a partir do blog.

  16. Basquete Brasil 21.04.2012

    É uma excelente sugestão, prezado Leandro, mas prefiro aguardar um pouco mais para veicular as materias e videos aqui no blog. Prefiro assim, pois mantenho incólume a independência do mesmo, que é o fator mais prezado por mim. Mas não se preocupe, as matérias reividicadas serão postadas no devido tempo.
    Um abraço, Paulo Murilo.

  17. Leandro Batista 22.04.2012

    Com cesteza prof. Sr saberá o momento oportuno, mas vinculação de um canal no youtube somente irá aumentar a divulgação de suas idéias…Grande Abraço…

  18. Basquete Brasil 22.04.2012

    Pensarei com carinho nessa possibilidade, prezado Leandro.
    Um abraço, Paulo Murilo.

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