TRANSPARENTES IDÉIAS…

Num momento em que se definem os rumos do basquete brasileiro, onde a luta pela presidência da CBB apresenta contornos políticos inusitados, como a eleição por aclamação do grego melhor que um presente para a Associação Sul-Americana de Basquete, em reconhecimento pelo sucesso de sua administração vencedora na entidade nacional, conforme divulgado por ele mesmo pela imprensa, num recado bem direcionado àqueles que duvidam de um poder nascido e alimentado pelas trocas de interesses e benesses inter pares, assim como pela tomada de posição de um grupo, travestido em oposição, que após o butim junto ao helênico dirigente, se arvora em uma Hora de Reconstruir de caráter apócrifo, erguendo uma bandeira sem rosto nem identidade civil, com idéias e colocações “inéditas e revolucionárias”,como se tais metas e objetivos fossem, única e exclusivamente, produto de suas radiosas e fulgurantes cabeças, que se dão, inclusive, o direito divino ao anonimato, numa prova contundente de adoração ao próprio umbigo.

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TRANSPARÊNCIA?…

Um site novo na praça, cheio de promessas em novos tempos, esperanças, trabalho sério e revolucionário. Publica projetos, políticas de ação e conclama a todos por sugestões, análises e críticas às propostas contidas no mesmo. Mas é um site apócrifo, sem nomes, sem líderes expostos, mas envoltos numa penumbra suspeita e nociva, já que imputáveis e de impossível acesso direto, a não ser pelos caminhos das hipóteses ou do “ouvir dizer”…

Envio uma sugestão que é publicada e onde ainda se mantém, para logo a seguir receber um apoio do Prof. José Medalha, apoio este que respondo em uma outra mensagem, ambas enfocando como errônea a atitude anônima do grupo que afirma liderar o site. Há, estamos falando do site Hora de Reconstruir. Ambas as inferências, a minha e a do Medalha são deletadas após uma semana fora do ar para “Manutenção”, caracterizando uma forte e inadmissível tendência à censura pura e simples, quando sugestões requeridas pelo site são eliminadas quando não atendem os interesses do grupo apócrifo que o mantém.

Torno a enviar a mesma mensagem, logo deletada, automaticamente, numa ação de cerceamento absoluto de qualquer questionamento que venha a se insurgir contra o posicionamento antidemocrático do grupo.

Aí estão as duas paginas onde faço chegar minhas sugestões, uma mantida, outra apagada por duas vezes, assim como foram apagadas as do Medalha, numa prova inconteste do tipo de ação coercitiva emanada por um tipo de gente que ainda teima pelo anonimato como forma de comandar mudanças, gestões , destinos e esperanças de um basquete anacrônico e infeliz, exatamente por ter em seu comando esse mesmo tipo de liderança, obscura e coloidal.

Que pena, que dolorosa e lamentável pena.

Sem amém…

GREG, CHAK & CARL…

E houve um rompimento teatral entre Greg & Chak, com acusações e reprimendas, públicas, veladas e também tronitantes pela mídia, e que alcançaram grande repercussão, não fosse o perigo que corria o Chak de perder o comando da FPB pela proximidade comprometedora do Greg.

Consumado o divorcio político, Chak solidifica sua posição na federação e se lança à sucessão de Greg, num exercício bem orquestrado entre os dois, pois o que deve valer é a continuidade da política vigente, onde pseudas rivalidades devem sempre ceder lugar aos interesses maiores, a não perda do comando arduamente conquistado, pelos dois, Greg & Chak.

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FÉRIAS FORÇADAS…

Foram 15 dias de férias forçadas por uma infestação devastadora de vírus, Malwares, Trojans, Spywares, e sei lá mais quantos wares da vida. Mas consegui salvar 1/5 dos arquivos, fótos, artigos, mas os vídeos que deram um enorme trabalho para serem editados, estes, se foram, se deletaram. Mas vida que segue.

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UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA…

Houve um dia no ano de 1963, que em pleno maracanãzinho repleto de entusiasmados torcedores, conquistávamos o bi-campeonato mundial de basquetebol, numa final empolgante contra a equipe norte-americana. E na época, 25 mil eram os lugares nas arquibancadas e cadeiras daquele mítico ginásio, em vez dos atuais 15 mil lugares limitados pelo conforto dos assentos numerados.

Foi uma conquista memorável, mas que com o passar dos anos e das péssimas administrações encasteladas na CBB caíram no esquecimento. Mas nada poderá apagar a grande conquista, aquela que marcou o destino do grande ginásio que foi construído para o segundo campeonato mundial dez anos antes, em 1953.

Recentemente, o ginásio foi remodelado para os Jogos Pan-Americanos, para servir de palco ao voleibol e ao futsal no recém findo Mundial da modalidade, com a equipe brasileira se tornando campeã. Dois títulos mundiais afastados por 45 anos de existência, mas diferenciados na forma como serão lembrados.

O grande jogador Falcão inaugurará a calçada da fama perpetuando com seus pés o título conquistado de melhor jogador da competição, merecidamente aliás, mas que deveria ser antecedido pelas mãos de alguns dos grandes campeões mundiais de 1963, que tanto honraram as cores nacionais.

Trata-se de um ato de justiça e reconhecimento , que se não viabilizado, minimizará a conquista do futsal e de seu grande jogador, já que estabelecido à margem de uma amarga e indesculpável lacuna.

Que se faça justiça.

Amém.

O VISIONÁRIO HELENO…

Hoje, num encarte de primeira página no O Globo, festejam-se os 200 anos do Banco do Brasil, onde o patrocínio aos esportes ocupa um invejável espaço no pôster que reproduz a primeira página daquele órgão de imprensa. Paralelamente a esta pomposa e muito cara divulgação na mídia, o jornal Ação, editado pela Associação dos Funcionários do BB, publica uma matéria com o ex-técnico de basquetebol Heleno Fonseca Lima, cujos trechos iniciais reproduzo aqui no blog. A matéria é assinada pela jornalista Tatiane Lopes.

-É com voz baixa e jeito simples que o aposentado do Banco do Brasil, Heleno Fonseca Lima, relembra momentos significativos em sua carreira e na trajetória da Instituição. O principal deles não faz parte da memória do Banco nem é de conhecimento de grande parte dos funcionários: a criação e a formatação da primeira campanha de marketing esportivo do Banco do Brasil, entre os anos de 1985 e 1987. “Foi o então presidente do Banco, Camillo Calazans, que autorizou a elaboração de um modelo de campanha baseada na modernização da imagem e na promoção da marca e do nome do Banco, por meio do marketing esportivo”, conta o aposentado de 67 anos.

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PENSANDO UMA VERDADEIRA ESCOLA…

Se porventura vier a existir neste pais uma Escola de Treinadores, ela somente se constituirá numa verdadeira escola se puder contar em sua organização, elaboração curricular, constituição de corpo docente, conselho administrativo e auditor, efetivos palestrantes, colaboradores e especialistas nas diversas áreas que envolvem a manutenção e controle de uma academia desportiva, personalidades que realmente se constituiram ao longo dos anos, como os verdadeiros baluartes do grande jogo entre nós, tais como: Togo Renan Soares, o inesquecível Kanela,que bem poderia dar nome à nova escola; Renato Brito Cunha, Wlamir Marques, Amauri Pasos, Ary Ventura Vidal, Edson Bispo, José Medalha, Guilherme Borges, Edwar Simões, Maria Helena Cardoso, Lais, Heleninha, Angelo da Luz, Raimundo Nonato, Vendramini, Helio Rubens, Geraldo da Conceição, Pedro Rodrigues, Valdir Pagan, Marcel, Emanuel Bonfim, Waldyr Bocardo, Walter Carvalho, e outros mais, que me perdoem, não relacionei, mas merecedores de constar em tão emérita companhia.

Como já afirmei anteriormente, uma Escola de Treinadores é coisa muito séria para ser entregue a um grupo que se encastelou politicamente na CBB, e passou a ditar regras e principios técnico-táticos que só tem nos empobrecido nos últimos 20 anos, e que de forma alguma jamais liderou qualquer tentativa de constituição de um movimento associativo entre os técnicos, que se existente e atuante, naturalmente evoluiria no sentido da criação de uma verdadeira e coerente escola, onde a experiência, o estudo, a pesquisa e o trabalho meritório a embasaria e consubstanciaria no sentido do progresso e da qualificação do nosso basquetebol.

Tudo mais que for tentado ao largo dessa realidade se constituirá em fraude e empulhação, pois as bases de uma escola sempre serão fundamentadas nas experiências passadas, somadas às conquistas do presente e às projeções para o futuro, numa corrente de conhecimentos legados através dos muitos anos de lutas,  por todos aqueles que ensinaram gerações a jogar e difundir o basquete no país.

Amém.

O INSANO PERIGO…

Nesta sexta-feira a CBB divulgou uma nota sobre a reunião técnica que realizou para o projeto do novo ciclo olímpico para 2012. O último parágrafo, no entanto, desperta grandes preocupações a médio prazo,senão vejamos:

“Além da programação, a reunião da comissão técnica com a direção da CBB também iniciou o projeto da criação da Escola Nacional de Treinadores, uma das exigências feitas por Moncho durante a sua gestão no comando da seleção”.(Materia publicada no UOL-Basquete).

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A HERANÇA…

No O Globo desta quinta –feira(25/09/08), Uma matéria sobre os Jogos Pan-Americanos, menciona que a União gastou 1.589% acima do previsto para as obras, num superfaturamento inédito em dispêndio de verbas publicas no país.E que muitíssimo pouco, poderíamos dizer nada, beneficiou a população em suas necessidades básicas, principalmente em transportes e saneamento básico, linhas de metrô, despoluição de rios e lagoas, tratamento de esgotos e melhoria na infra-estrutura hospitalar e escolar, assim como os grandes estádios construídos em nada contribuem para o conforto da população, a quem cabe pagar a imensa e irresponsável divida herdada de um projeto que beneficiou somente uma pequena e abastada elite política.

Mas nem tudo foi perdido, pois o povo carioca pode se orgulhar de um monumento em mármore e seus 6 andares de majestosa presença na Avenida das Américas, onde se instalou o órgão responsável pela festança financiada por seus sacrificados impostos.

Para a gloria e o regozijo do povo carioca, ai está o seu Taj Mahal!

TRÁGICA TEIMOSIA…

“Fizemos um excelente primeiro tempo, mas não conseguimos repetir o mesmo desempenho na etapa final. A derrota foi ruim só que não temos tempo para ficar lamentando. Além disso, o time mostrou que tem qualidade e condições de jogar de igual para igual contra Venezuela e Uruguai e brigar por uma vaga na Copa América. Exceto o Peru, as outras quatro seleções estão no mesmo nível.A Venezuela tem um grupo alto e habilidoso e conta com o apoio da torcida. Vamos com tudo para buscar a vitória”, disse o técnico César Guidetti.

Resultado final- Argentina 64 x Brasil 44. Só 20 pontos!

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