RESPONDENDO AO ALEXANDRE…

Ontem recebi este comentário do leitor Alexandre Miranda, colocando questões que tive o imenso prazer em responder. Não por falta de assunto, e sim pelas colocações inteligentes e instigantes do Alexandre, publico o comentário e a resposta:

  • ALEXANDRE MIRANDA (Ontem)

POIS ENTÃO VEJO QUE O SENHOR RESTITUIU AS FORÇAS E JÁ NOS BRINDA COM COMENTÁRIOS BEM PERTINENTES SOBRE O NOSSO JOGO! FICO FELIZ COM ISTO.

PROFESSOR, O SENHOR ACOMPANHOU A ENTREVISTA INTERESSANTE DO PRESIDENTE DA CBB – REALIZADA POR RODRIGO ALVES? TÓPICOS IMPORTANTES SOBRE A ESCOLA DE TÉCNICOS PODEM SER PINÇADAS ALI!

HÁ ALI A MENÇÃO DE QUE ELA PODERIA SER EFETIVAMENTE TRABALHADA COM O CAPITAL HUMANO DE TÉCNICOS E APENAS COORDENADA PELO SR.JELEILATE.
O SENHOR NÃO ACHA QUE É UMA DECISÃO ACERTADA – O DE COLOCAR ALGUÉM GENERALISTA, PORÉM INSERIDO NO MEIO DO BASQUETEBOL, PARA COORDENADAR UM COLEGIADO, ESTE SIM ESPECIALISTA?

PENSO QUE ALGUÉM ESPECIALISTA ESTÁ FORMADO NUMA VISÃO POLITICA/SOCIAL/CULTURAL DO JOGO QUE PODERÁ GERAR MAIS CONJECTURAS DO QUE SOLUÇÕES POSITIVAS NA ESFERA DE COORDENAÇÃO! CLARO QUE ESTE ESPECIALISTA SERÁ O CORPO DA ESCOLA DE TÉCNICOS E DARÁ RESPALDO PARA A FORMA DE PRATICAR E ENSINAR O BASQUETE NO BRASIL. MAS SERÁ ÚTIL TAMBÉM COMO DEBATEDOR E CONSTRUTOR-ADJUNTO DE SOLUÇÕES.

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A CLAQUE IGNARA…

“ Como vemos na escalação da equipe, fulano é o nº 1, o armador principal, o que faz a equipe jogar, beltrano, o nº 2, armador finalizador, aquele que arremessa mais desta posição, sicrano, o nº 3, o ala finalizador, beltraninho, o nº 4, é o ala pivô, ou ala de força, e o beltranão, nº 5, é o pivô, o dominador da área pintada” .

Com estas explicações, o narrador do jogo entroniza a claque ignara no mundo técnico da bola laranja, perfeitamente sintonizado com o “basquete internacional”, mais adiante explicitado na enxurrada de termos em inglês para jogadas básicas e ações individuais com terminologia tupiniquim conhecida desde o século passado, não fossemos nós campeões mundiais e medalhistas olímpicos.

Enterradas são exaltadas como o supra sumo das ações individuais, alvo de criticas desairosas quando não culminadas por um jogador mais cuidadoso e ciente de suas condições técnicas, em anteposição ao ato circense puro e muitas vezes gratuito.

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RESPONDENDO AO ALCIR…

A uma enquete feita pelo editor do News Flash, Alcir Magalhães, sobre nomes a serem indicados para a seleção masculina brasileira e seu técnico, assim respondi a tão instigante assunto:

Prezado Alcir, se bem você me conhece, saberá do meu posicionamento, sempre coerente e objetivo, jamais especulativo. Exatamente por assim ser e me comportar é que não vejo razões para mencionar nomes, quando o fundamental neste momento são as definições de objetivos a serem alcançados através planejamento de alto nível e execução de nível mais alto ainda.

Sem dúvida nenhuma, se formos para o Mundial sobraçando o sistema único de jogo que teimosa e drasticamente utilizamos anos a fio, não passaremos da segunda fase, pois tal sistema é dominado por aquelas equipes que contam com jogadores que dominam os fundamentos melhores do que nós, principalmente pelo conhecimento que têm de todas as nuances do mesmo. Somente galgaremos etapas se nos apresentarmos com algo de novo no aspecto técnico tático, somado a uma substancial melhora no preparo e treinamento dos fundamentos por parte de todos aqueles que forem selecionados, rigorosamente todos.

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O DIREITO CONQUISTADO PELO MÉRITO…

O debate sobre a Escola Nacional de Treinadores tem oferecido excelentes prestações por parte daqueles mais comprometidos com o desenvolvimento do basquete entre nós, e todos pela internet, com seus sites e blogs teimosamente focados no grande jogo, sem apoios e, na maioria das vezes, sem patrocínios de qualquer espécie.

Posicionamentos como o de Heleno Fonseca, José Medalha, Carlão, tem peso considerável, ainda mais quando defendem uma escola que realmente represente a força e criatividade que nos é peculiar.

E o debate, agora via web, deveria se espalhar pelas federações, clubes, colégios, nos grupamentos de jovens e veteranos técnicos e professores que auto estimulassem o movimento associativo, para que no seio do mesmo, decisivamente, fossem criadas as condições básicas para o surgimento de uma verdadeira escola de treinadores.

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PADRONIZANDO E FORMATANDO O LIVRE PENSAR…

Respondendo a uma pergunta sobre a Escola Nacional de Treinadores, feita pelo redator do News Flash , Alcir Magalhães Neto, o técnico Lula assim se manifestou:
Prezado Alcir
Atendendo sua solicitação,informo aquilo que sei e participei do projeto até
agora:
1- a criação da Escola nacional de Treinadores está sendo feita pela CBB,com
parcerias do COB,LNB,CREF e APROBAS.
2- Para coordenar todas as muitas ações que serão necessárias p/ que a idéia sai
do papel, a CBB designou o Prof.Diego Jeleilat,membro das comissóes técnicas da
entidade.
3- Serão criadas várias comissões de trabalho e inúmeros técnicos serão
convidados.
O caminho é longo e de muito trabalho e todos os técnicos de basquete precisarão
dar sua contribuição p/ uma iniciativa que irá beneficiar enormemnte a
modalidade.A grandeza do projeto não permite a paternidade de ninguem e com certeza
nenhuma produção será desprezada.Lembro tambem que a CBB que tem as informações
oficiais;aquilo que coloquei são meus pontos de vista pessoais.
um grande abraço
Lula

Em 18/11/2009

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A PEQUENA ILHA…

Dois dias atrás já estava vivenciando uma desesperança atroz, quando a parte autora do processo propôs um acordo, pressionada pela exigência de algumas questões a serem respondidas à terceira vice presidência do TJRJ, as quais poderiam reverter o processo a meu favor. No entanto, por não se tratar de uma ação com efeito suspensivo, e de não me dar certeza de vitoria, e com prazos que muito excederiam a data da segunda praça, 19 do corrente, não tive alternativa e fui forçado a ceder ao acordo, draconiano, injusto, mas que me manteria a casa, e me daria tempo e espaço para uma ação futura de revisão e ressarcimento.

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A FRAUDE…

Mesmo estando sob uma tensão absurda, que terminará, ou não, na próxima terça feira às 10 da manhã, quando a possibilidade de um acordo estará em pauta, e cujo montante financeiro em muito extrapola minhas possibilidades de endividamento, e que se não contratado levará minha casa à segunda praça no próximo dia 19, não pude me manter à parte quando uma noticia sobre a Escola Nacional de Treinadores toma conta das matérias de vários sites e blogs, quanto à sua constituição e liderança.

Mas, antes de um posicionamento final sobre o assunto, e pelo fato de não me sentir dono da tranqüilidade e equilíbrio que sempre caracterizaram meus artigos nos últimos 5 anos, o que me obrigou a uma parada sem data de retorno, retomo alguns artigos escritos sobre o assunto, incluindo os comentários,  convidando os leitores a lê-los, analisá-los e ponderá-los, a fim de que não pairem dúvidas na conclusão e posicionamento que tomarei ao final.

CONCEITOS X FUNDAMENTOS…(3/3/08)

-CONCEITOS X FUNDAMENTOS II(22/3/08)

ESCOLA DE TÉCNICOS…(24/7/08)

PENSANDO UMA VERDADEIRA ESCOLA…(4/10/08)

SUPERVISIONANDO O ABSURDO… (10/4/09)

-ABSURDA PADRONIZAÇÃO… (27/4/09)

-SUGIRO…(19/5/09)

DOS 15 AOS 19 ANOS… (3/6/09)

FALANDO DE SUCESSO… (17/7/09)

-PADRONIZAÇÕES…(2/8/09)

-FORMAÇÃO X FORMATAÇÃO…(2/9/09)

“ Nesse primeiro encontro vamos apresentar a formatação do Comitê Científico da Escola Nacional de Treinadores para os técnicos Lula Ferreira, Flavio Davis e Tácito Pinto, que são três profissionais  com perfil didático e convidá-los oficialmente para fazer parte desse projeto. A partir daí, desenvolveremos a metodologia de trabalho e a forma que o mesmo será encaminhado. Com certeza, será um marco na história do basquete brasileiro e vai preencher uma lacuna na formação dos profissionais. É importante destacar que esse projeto está fortalecido por uma nova gestão profissional da diretoria da CBB – explicou Diego, acrescentando que o projeto já foi apresentado a membros do Comitê Olímpico Brasileiro” . ( matéria publicada pelo jornalista Frederico Batalha do Databasket ao entrevistar o preparador físico da seleção brasileira adulta masculina, Diego Jeleilate, coordenador do projeto).

Concluindo, a Escola Nacional de Treinadores, sonho de muitas décadas, será coordenada por um preparador físico, escudado por uma “gestão profissional” de voleibolistas ( devem estar às gargalhadas lá no COB…), consubstanciada por técnicos, que fique bem claro, técnicos de basquetebol, que ao se submeterem a tão constrangedora coordenação, deveriam rasgar seus diplomas e pretensas experiências e se esconderem no fundo de suas consciências, ao permitirem tamanha barbaridade e inversão total e absoluta de valores técnicos, táticos, científicos, didático pedagógicos, e basicamente éticos e hierárquicos, que envergonham o grande jogo, tão humilhado e vulgarizado entre nós.

Que os artigos que publiquei acima, demonstrem com precisão a criminosa articulação que está sendo perpetrada nos sórdidos bastidores de uma CBB continuísta e acéfala, refém de uma corriola de desqualificados e oportunistas, que nos tem levado ladeira abaixo, e que ousam perpetuar sua profunda ignorância e absoluta negação do que venha a ser uma escola de treinadores de basquetebol,  modalidade séria e profundamente técnica, que exige profissionais extremamente qualificados, e que não pode ser seqüestrada por um bando de … Definam vocês mesmos. Mas para mim, uma fraude.

Desculpem-me os deuses, mas a indignação se faz necessária.

Amém.

FALEMOS UM POUCO DE TÁTICAS E SISTEMAS IV…

Cumprindo mais uma etapa deste blog, publico hoje o primeiro artigo com o apoio de vídeo, sobre o sistema de jogo que desenvolvi junto à equipe Infanto Juvenil do Barra da Tijuca BC em 1995, todo ele fundamentado na dupla armação, e com uma singularidade, sua utilização indistinta contra defesas individuais ou zonais.

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RESCALDOS DE UMA CONQUISTA…

Terminada a Copa, dou uma relida nos blogs, nos comentários e principalmente nos articulistas e comentaristas da mídia em geral. E uma unanimidade é pacífica, o Moncho fez a seleção jogar como nunca jogou, e mais, classificou-a para o Mundial, e de quebra abiscoitou o titulo.

Consagração e reconhecimento unânime, irretocável, indiscutível. Mas o inesquecível Nelson Rodrigues ainda nos lembra do alto de sua sabedoria –“Toda unanimidade é burra”, no que ouso acrescentar – Sem dúvida alguma.

A unanimidade absoluta restringe o raciocínio do contraditório, aquele que busca as verdades contidas no âmago de duas, várias, muitas verdades conflitantes, cujas vertentes, se discutidas, confrontadas e analisadas à luz da razão e do bom senso levará ao conhecimento da verdade verdadeira, ou bem próxima da mesma.

Ao precisarmos de forma urgente de resultados internacionais, colocamo-nos sob o domínio de tal sentimento de urgência, que tudo mais de falho que possa vir a ocorrer durante o processo de conquista é dirimido e até esquecido na presença do titulo e da classificação ansiada. Esse fator humano, e por isso naturalmente falível, é que deve ser conveniente e coerentemente considerado à luz da razão, à luz da humilde, porém cristalina verdade.

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DISSE TUDO…

Gente.
Vamos parar e pensar.
Nós não somos autoridade sanitaria para discutir este gravissimo assunto.
Não se trata de responsabilidade ou irresponsabilidade de Diretor, Presidente,
Treinador, Jogador etc. etc. etc..
Trata-se de uma Pandemia que vem matando pessoas em todo o Mundo e inclusive,
diariamente, no Brasil.
Não podemos a luz das informações da Imprensa julgar os perigos desta competição para
os componentes da delegação e da possibilidade deles trazerem mais doenças para o
nosso País.
Mas as autoridades sanitarias podem, porquanto, teem dados concretos e meios corretos
de avaliação. Assim, o que deve ser feito é: libera-se oficialmente, através do
Ministerio do Esporte (é o reponsável por isto), a ida de uma Equipe Nacional
(qualquer que seja) à Argentina ou não se libera, porque existe risco.
Não pode ter mais conversa.
A FIBA que se lasque, o Torneio que feche ou transfira.
O Brasil que não dispute Copa America, Mundial e o escambau.
Trata-se de segurança nacional, saude de um povo.
Tem que ser tratado por autoridades competentes e capacitadas, ou IN.
Ponto Final.
E como diria meu amigo o grande Professor Paulo Murilo, Amém.
Prof. Heleno Lima

Heleno, assino embaixo.