UMA CONVENIENTE ESCOLA…

(…)” Foi uma reunião produtiva em que todos se mostraram receptivos e confiantes no sucesso do projeto. A Escola Nacional de Treinadores  terá os níveis social e escolinha, 1, 2 e 3. O professor Dante de Rose Junior será o coordenador das quatro linhas de pesquisa que são o desenvolvimento da parte técnica, tática, postura e conduta do técnico e disciplinas gerais – explicou Diego Jeleilate, coordenador do projeto e preparador físico da seleção brasileira adulta masculina.”(…)

(…)” Vamos começar no mês de julho com o nível 3, que é destinado para os técnicos das principais equipes do país. Em dezembro será a vez do nível 1 para os técnicos das equipes até 14 anos. O curso do nível 2, técnicos de 14 a 19 anos, será realizado em 2011”(…)

Estes dois trechos fazem parte de uma comunicação veiculada no site da CBB e republicada no blog News Flash do editor Alcir Magalhães,  em 20/12/2009.

Então vejamos com a máxima objetividade que significados e sinalizações depreende-se do que foi publicado:

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FIM DE LINHA.

Tipo do Movimento: Decisão – Decisão interlocutória – Outras Data Decisão: 15/10/2009 Decisão: 1 – Suspendo a data das praças em vista do pagamento do débito realizado pelo Réu, ficando ciente, desde já, que deverá arcar com as despesas do leiloeiro. 2 – Expeça-se mandado de pagamento em favor do Autor. Documentos Digitados: Despacho/Sentença/Decisão – sem certidão

Tipo do Movimento: Decisão – Decisão interlocutória – Outras Data Decisão: 19/10/2009 Decisão: 1 – Visando evitar maiores prejuízos, mantenho a praça designada para o dia 03/11/2009. 2 – Determino que o Réu proceda com o pagamento da diferença do depósito no valor de R$ 97. 401,07, prazo de cinco dias, para que…

Ver íntegra do(a) Decisão

Documentos Digitados: Despacho/Sentença/Decisão – sem certidão

Ai está, com todas as letras somadas ao peso de uma lei equivocada, que dá todas as prerrogativas à parte autora, e negando quase totalmente as possibilidades de defesa da outra.

A primeira sentença suspende o leilão face ao depósito em juízo da pretensa divida de R$ 31723,64, paga com um sacrifício acima de nossas posses, mas, em vez de aguardar em juízo o fim de todas as ações em suspenso, como exige a lei, é devidamente enviada à parte autora, num flagrante ato unilateral, somado ao fato de nunca ter sido citado, assim como meus três filhos por qualquer oficial de justiça, cuja meação está sub judice em embargo de terceiros, jamais julgado pelo mesmo juiz, como determinam os trâmites legais.

A segunda sentença, sem que a primeira tivesse sido publicada em DO, me condena a saldar uma divida três vezes maior que a primeira, e que não constavam dos autos quando o consultei na semana passada, fruto de um cálculo de divida que somente o advogado da parte autora e o juiz tinham conhecimento, o que torna mais grave ainda sua atuação ao aceitar o depósito, sustar o leilão, e ainda me condenar ao pagamento dos custos do leiloeiro, que claro, tinha em mãos uma planilha ausente do processo, provando seu envolvimento na trama processual. E mais ainda, dando um prazo de 5 dias para o pagamento do absurdo montante, e sem, mais uma vez, publicar em DO sua sentença desumana e ilegal.

Meus direitos de cidadão foram cassados, meu direito de ter um lar, por que tanto lutei e conquistei será definitivamente negado, aos 70 anos, e de posse de escrituras de compra e doação legais, onde não constam ligações com a parte autora, que escudada numa promessa de venda, onde constava um centro  de lazer retirado de comum acordo com as partes interessadas na compra e venda, devidamente afogada pela escritura definitiva, conseguiu através sentenças espúrias e inconstitucionais, privar-me do direito básico de qualquer cidadão desse infeliz país, o de morar no que é seu, por direito e muito, muito trabalho, num momento em que o governo se arvora em defensor do direito à casa própria para a população. No entanto esquece daqueles que conquistaram esse mesmo direito, permitindo que um judiciário movido pelo corporativismo professe tanta injustiça e tanta omissão.

Hoje sou eu, amanhã poderão ser todos aqueles que me lêem neste momento. Sinto-me terrivelmente só, profundamente triste, e com poucas possibilidades de reconstruir o que me estão tomando, covarde e pusilanimente, indignamente.

Muitos de vocês me ajudaram com incentivos , alguns me assessoraram juridicamente, mas aqueles poucos, muito poucos que poderiam, ao menos, analisar decisivamente os autos, os juízes, o poder jurídico do meu país, não o fez, e tenho parcas esperanças que o faça, pois sua sensibilidade se dilue num corporativismo atróz e cruel.

Perdoem-me o desabafo, mas paro por aqui, e que neste último artigo, de número 624, tenham sido testemunhas do quanto lutei, e do quanto ainda poderia lutar e produzir. Não estou desistindo, sou teimoso, mas não creio ainda ter reservas suficientes para lutar em duas frentes, a do grande jogo, do desporto e da educação, e a da sobrevivência. Quis e desejei voltar às quadras para com o meu trabalho lutar pelo direito ao teto, não consegui, afinal 70 anos limitam e até extiguem convites. Fim de uma longa e rica cruzada. Gostaria imenso que esse artigo fosse sobre basquete, mas opto em tentar seguir vivendo com um saldo de aposentadoria endividada,  até que os deuses me levem.

Obrigado a todos, do fundo do coração.

Amém.

Paulo Murilo.

OBRIGADO A TODOS…

Ontem foi um dia importante em minha vida, pois vi sustado o leilão de minha casa por obra e graça da ajuda de amigos e filhos. Completaram todos a importância pretensamente devida, levando o juízo a decretar a extinção da hasta pública. No entanto, continuarei na luta para provar a injustiça da sentença, pois é inadmissível que um direito cidadão seja tão violentamente negado sob a égide processual, onde valores básicos de defesa sejam postos de lado, auferindo à parte autora todas as prerrogativas ditas legais.

Amigos antigos e recentes, filhos dispondo de suas economias e poupanças, e tudo o mais que pude dispor em numerário propiciaram a integralização do  montante, repito, pretensamente devido, o qual pagarei integralmente, custe o tempo que precisar, mas sempre agradecendo do fundo do coração a ajuda salvadora e inesquecível.

Também recebi ajuda jurídica, de basqueteiros que socorreram com suas análises técnicas, assessorando a mim e a meu advogado em questões cruciais sobre o processo. E a todos agradeço de coração.

Enfim, vi-me livre da perda de minha casa, que continuarei a defender na busca de justiça e paz.

Agradeço por fim a todos que me enviaram votos de coragem e esperança, e que foram muitos, deixando-me absolutamente convicto de que a existência de respeito e amizade transcende distâncias e presença física.

Hoje me sinto mais humano e humilde, pois provei do cálice da amizade incondicional.

Amém.

70 ANOS (11)…(final)

Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Um abraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

Fotos- Equipe Infanto Juvenil do Barra da Tijuca Basquete Clube 1995-6

Equipe Juvenil do Barra da Tijuca Basquete Clube- 1997.

PS- Cique nas fotos para ampliá-las.

70 ANOS (10)…

Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Um abraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

Foto-Equipe Infanto Juvenil do Fluminense FC-1983

PS-Clique na foto para ampliá-la.

70 ANOS (9)…

Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Um abraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

Fotos-Equipes Infanto e Juvenil do CR Flamengo-1973-4

Clique nas fotos para ampliá-las.

70 ANOS (8)…


Este ano completo 70 anos, cinquenta e quatro deles envolvidos e enfeitiçados pelo grande jogo, pelo formidável basquetebol.

Estudei muito, e ainda estudo, lecionei, preparei, treinei e dirigi muitos jovens, em escolas, clubes e seleções, onde garimpei muito mais que títulos, grandes e eternos amigos, os quais guardo no fundo do meu coração.

Sinto saudades de todos, e na impossibilidade geográfica, material e econômica de reuni-los para agradecer o quanto aprendi com todos , publicarei a cada semana uma foto das muitas equipes de que fiz parte ao lado deles e delas também, irmanados que fomos pela pureza e a beleza de um jogo sem igual, pedindo que, se possível, mandem uma noticia, por mais breve que for, de como estão, o que fazem, e de como o basquete os ajudou em suas vidas.

Ficarei imensamente feliz em reencontrá-los, mesmo virtualmente, pois o respeito, a amizade e os sentimentos fraternais não sentem as distâncias e independem das presenças.

Ubraço agradecido a todos,

Paulo Murilo.

Email-paulomurilo@infolink.com.br

PS- Seleção Carioca Juvenil- 1972  Campeonato Brasileiro Juvenil em B.Horizonte.

Equipe Principal do Olaria AC -1972  A. Técnico no turno e Técnico no returno-Camp.Carioca

FALANDO DE SUCESSO…

Foi uma conferência cujo formalismo de uma aula inaugural transformou-se numa palestra eminentemente técnica, para técnicos jovens e veteranos, dirigentes, representantes oficiais de governo, jornalistas e professores. Vi-me de volta aos cursos que dei por todo o nosso país, anos a fio, repleto de entusiasmo, esperança e absoluta crença num futuro melhor. Em alguns momentos a voz embargou, logo substituída pelo vigor de alguém que acredita firmemente no que transmite, pois resultante de muita luta, experiências validadas no acerto e muitas derrotas, ambas assimiladas e reconhecidas como valores positivos de aprendizagem e conseqüente formulação de conceitos, prontamente divulgados para estudos e estabelecimento de melhores técnicas didático pedagógicas.

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UMA SUTIL E DESEJADA CAMISA…

Daqui de longe sinto o respingar de um assunto pueril e grave ao mesmo tempo, onde o bom senso e a ética deveriam imperar sem maiores discussões. Uma atleta se negou a voltar a quadra em um jogo de seleção brasileira, não importando se oficial ou amistoso, se numa arena ou quadra de interior, se gostando ou não de quem a dirigia, se aceitando ou não a incumbência delegada, satisfeita ou contrariada, se figurante ou estrela, se bem ou mal paga ou segurada, pois naquele momento estava defendendo o seu país, envergando o objetivo de todo jovem saudável de mente e corpo, vestir a camisa símbolo de uma escolha sacrificada e exclusiva, premio para muito poucos, mas sonhada por todos.

E no momento que ela é negada publicamente, uma força maior é aviltada, humilhada e denegrida, sem desculpas, perdões ou concessões, já que de livre arbítrio, de livre pensar, sem pressões e coerções, por quem atingiu meta de cunho unilateral, por ser única e plena. É a negação de uma tradição que nasce e viceja eternamente, onde a morte não se faz presente jamais. Grandes atletas a vestiram, muitos e muitos já se foram, mas a tradição, intocada e perene subsiste para as gerações que virão no sempre de nossas vidas.

Porque discutir o indiscutível, porque a tentativa de minimizar e até achincalhar sua importância ante uma atitude tomada conscientemente, pois se contrário fosse ela não se permitiria ser vestida por um corpo e uma mente destituídos de ética e amor à pátria até aquele desenlace. Porque duvidar de sua transcendental importância para a formação de nossa juventude tão carente de incentivo e educação? Porque discutir o indiscutível?

Esse é um assunto que à flor da realidade nada teria de especial sob a égide de um princípio de ética desportiva, simples, coerente, definitiva., e não, servindo de escudo para disse me disse politiqueiro, oportunista e aventureiro. Técnicos, dirigentes, jornalistas, jogadores, torcedores, familiares, deveriam ver na exoneração definitiva de um jogador de tornar a vestir a camisa de uma seleção nacional que repudiou, não como uma punição, mas uma tomada de posição do mesmo perante suas obrigações e opções após ser meritoriamente escolhido dentre muitos. Ao negá-la escolheu seu destino de não mais envergá-la, abrindo caminho àqueles que um dia, talvez, a vestirão com o orgulho dos justos e dos ungidos.

Que cessem as discussões e dúvidas, pois muito trabalho está a espera na formação de base, tendo como incentivo maior o orgulho de um dia defender a camisa intocada e pura de seu país. Que assim seja.

Amém.

A MATRIZ…

Entrei relutante, mas precisava atestar todo aquele poderio, que depois de uma maratona entre corredores de artigos, uniformes, vídeos, DVD’s, tênis, bolas, livros e outros mais acessórios úteis e inúteis, me fez cair numa realidade incontestável e indiscutível, a de que, depois de mais de 50 anos militando no basquetebol e no esporte em geral, aquela não era definitivamente a minha praia, pois se trata, e disso jamais duvidei, de um jogo aparentado com o basquetebol, sem o ser de verdade, pelo menos no que diz respeito ao restante do mundo, que o pratica sob normas e regras diametralmente opostas.

E hoje fui à matriz, imponente, devastadora em sua riqueza, com uma multidão em seu interior de fazer inveja à Torre de Babel, tantas as línguas e dialetos que se misturavam naquele templo de consumismo explicito e absolutamente irracional, e tudo isso na emblemática Quinta Avenida.

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