O DÉCIMO OITAVO DIA…
Foi uma viagem tranquila até São Paulo, com uma pequena, porém sutil diferença, a troca do clima quente e abafado de Vitória, pela umidade chuvosa da paulicéia, clima bem mais favorável a uma partida de basquete, onde o desgaste é minorado. Torço para que estas condições se mantenham estáveis, o que proporcionaria um jogo menos desgastante e de melhor nível técnico.
Como o ginásio do Pinheiros não pode ser cedido, e não tendo disponível uma academia no hotel, optei por uma conversa bem demorada com os jogadores, onde o clima amistoso e amigável permitiu que a mesma fluísse, apesar dos assuntos de ordem técnico táticos se constituírem matéria complexa em alguns casos.
Todo um levantamento do que realizamos e treinamos até o dia de hoje foi enfocado, dissecado, perguntado e respondido por todos da equipe, até que ao constituirmos um raciocínio lógico e compreendido por todos, pudemos estabelecer as estratégias para o jogo de logo mais, numa prova mais do que cabal da unidade que começa a emanar do cerne de uma equipe até pouquíssimo tempo atrás desacreditada e perdedora, e o pior, perante si mesma.
Agora, ante uma nova realidade técnico tática adquirida duramente, positivas perspectivas se apresentam como fruto da dedicação e do comprometimento de todos. Que assim seja.
Amém.










